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Aproveitamento do caroço de açaí

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domingo, fevereiro 19, 2017

Para bajuladores do judiciário.

MAJOR OLÍMPIO

 
A lógica da decisão do STF em 3 atos:
1º ATO:


O cidadão de bem é sequestrado, agredido, amordaçado, vendado e trancado no porta malas do carro por horas.


Assim é levado para o cativeiro, um cubículo de um barraco imundo e mal cheiroso, sem saneamento, sem janelas, e fica deitado no chão frio sem poder trocar de roupa ou tomar banho, fazendo suas necessidades em um balde que, quando muito, é retirado uma vez por dia.


Ali fica amarrado, mal alimentado e com água racionada.


Frequentemente é agredido, quando não é mutilado, para forçar a família a pagar o resgate.
2º ATO:


O sequestrador é levado à prisão.


O bandido recorre ao STF denunciando a superlotação da prisão, reclamando da comida, das instalações, da falta de tratamento mais humanitário, enfim, da falta das condições dignas que ele entende ser merecedor.


3º ATO:


O STF decide que a sociedade, inclusive o sequestrado, contribuinte que é, deverá indenizar o sequestrador, pois a prisão está muito longe de ser um hotel cinco estrelas.


Descem as cortinas, ao som do Hino Nacional Brasileiro....


MAJOR OLIMPIO


Fonte: Facebook 


DEVO CONCORDAR COM A TEORIA DA CONSPIRAÇÃO DEFENDIDA POR DATENA NO SEU PROGRAMA "BRASIL URGENTE", QUANDO ELE QUESTIONA O SUPOSTO ACIDENTE DO AVIÃO QUE MATOU O MINISTRO DO STF TEORI E MAIS QUATRO.

O NOVO MINISTRO QUE ASSUMIRÁ O LUGAR DO TEORI INDICADO
PELO PRESIDENTE MICHEL TEMER, É SEU AMIGO HÁ MAIS 20 ANOS, É DO PMDB, QUANDO FOI SECRETARIO DE SEGURANCA DO ESTADO DE SÃO PAULO, PRENDEU O CARA QUE CHANTAGEARA A SUA ESPOSA.

 
ASSIM QUE ASSUMIU A PRESIDÊNCIA DA REPÚBLICA, TRATOU DE NOMEÁ-LO MINISTRO DA .JUSTIÇA, E AGORA MINISTRO DO SUPREMO TRIBUNAL FEDERAL.

COM TODA ESSA MANOBRA DO TEMER, O POVO BRASILEIRO ACREDITA QUE A MORTE DO MINISTRO TEORI NÃO PASSOU DE UMA CONSPIRAÇÃO CONTRA ELE, SABOTANDO ALGUMA PEÇA RESPONSÁVEL PELA NAVEGAÇÃO DA AERONAVE SINISTRADA.

 

Valter Desiderio Barreto

 

Irará, Bahia, 19 de fevereiro de 2O17, às 11: 55.

DEPUTADO GESMAR COSTA LUTA PELA REGULARIZAÇÃO DE TERRAS AO LADO DOS SEUS PARES NA ALEPA

Eu e o meu amigo Deputado Gesmar na ALEPA, em 14 de fevereiro de 2017.




Na sessão ordinária de terça-feira, dia 14, durante horário de apresentação de projetos, o deputado Gesmar Costa falou, em aparte, sobre o projeto de Lei, em votação, de autoria do deputado estadual, Fernando Coimbra.
A proposição "Dispõe sobre a implantação da Política de Incentivo ao Agronegócio no Pará". 

Gesmar defendeu a regularização de terras como meio de otimizar essa Política e sugeriu chamar para discussão, na Casa, o INCRA e ITERPA. 

"Não há como conseguir linha de crédito, sem a regularização desses órgãos. 

Sem crédito, como dinamizar a produção?"

Tive o privilégio de assistir a sessão na Assembleia Legislativa do Estado do Pará, no último dia 14 do mês em curso, e naquela oportunidade, pude assistir pela primeira vez, o pronunciamento do meu amigo de mais de 03 décadas, Deputado Gesmar Costa, um dos pioneiros do município de Parauapebas desde 1983.

Fiquei muito feliz com a preocupação dos deputados daquela "Casa de Leis" estadual, quando discutiram a implantação da "Política de Incentivo ao Agronegócio no Pará", e a participação do Deputado Gesmar na discussão sobre o tema, foi de grande relevância.

Creio que agora as pessoas que trabalham com o "Agronegócio no Pará", como é o meu caso também que trabalho com reciclagem com grãos de açaí, produzindo artefatos diversos utilitários com essa matéria prima que é jogada no lixo há século nesta região do Norte do Brasil, estão próximos de receber incentivos do governo Simão Jatene, ou até mesmo de outro que venha lhe suceder nas eleições do próximo ano, para ampliar suas atividades com o objetivo de abrir portas de trabalho e renda para muitas pessoas que se encontram fora do mercado de trabalho. 

O papel dos deputados independente de cor partidária, está sendo muito importante nesse tipo de política de apoio ao setor primário para o desenvolvimento do Estado do Pará.

O que é Setor Primário ?

O Setor Primário corresponde ao campo das atividades econômicas referente à produção de matérias-primas, que também são chamadas de “produtos primários” por serem, em geral, recursos cultivados ou extraídos da natureza e que, posteriormente, são consumidos ou transformados em mercadorias.

As atividades pertencentes ao Setor Primário são a agricultura, a pecuária e o extrativismo vegetal, animal e mineral.

O conceito de Setor Primário filia-se a uma classificação teórica que segmenta a economia em três setores, dos quais o secundário corresponde à atividade industrial e o terciário, ao comércio e serviços. 

Tal concepção é muito utilizada por institutos de pesquisas socioespaciais e econômicas para melhor compreender e analisar o desempenho das atividades humanas, a exemplo dos estudos realizados pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), pelo Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea) e até mesmo pela Organização das Nações Unidas (ONU).

O Setor Primário recebe esse nome porque, além de ser o campo que antecede os demais e por fornecer as matérias-primas para eles, foi o primeiro a constituir-se na história da humanidade, formando as bases para a constituição das primeiras civilizações. 

A partir das transformações sociais e estruturais, as sociedades foram desenvolvendo técnicas e formas de ação características dos setores secundário e terciário.

Com as sucessivas transformações sobre as características e uso das técnicas, que foram propiciadas pelas revoluções industriais, o Setor Primário da economia passou por profundas transformações. 

Inicialmente, atividades como a agropecuária e a mineração empregavam uma grande quantidade de trabalhadores, além de apresentarem uma menor disponibilidade de tecnologias em suas instrumentações. 

Posteriormente, sobretudo após a Terceira Revolução Industrial, cada vez mais os maquinários e novas formas produtivas foram sendo introduzidas nessas áreas, aumentando a produção e ampliando o aproveitamento dos solos.
 

O processo de mecanização do campo ampliou a produção e reduziu a oferta de emprego
Por outro lado, essa dinâmica diminuiu a oferta de empregos graças à substituição do homem pela máquina, deslocando a maior parte da mão de obra para o setor terciário e, conseqüentemente, para as cidades, em um tipo de migração que ficou conhecido como êxodo rural. 

Com isso, a participação do Setor Primário na economia e na geração de empregos caiu significativamente, embora as produções seguissem aumentando, principalmente em países desenvolvidos e também nos emergentes.

Existem algumas análises que não mais consideram o Setor Primário envolvendo as atividades agrícolas mecanizadas, sobretudo os latifúndios, vinculando essas ao setor secundário, uma vez que tais produções mais se assemelham às indústrias (ou agroindústrias). 

Vale lembrar que os órgãos oficiais não consideram essa premissa.

Apesar da menor empregabilidade em relação a tempos anteriores, o Setor Primário continua sendo de fundamental importância para as sociedades, pois é nele que são produzidos ou extraídos os recursos naturais utilizados tanto para o consumo quanto para a elaboração de mercadorias industrializadas.



Valter Desiderio Barreto.


Irará, Bahia, 19 de fevereiro de 2017.

sábado, fevereiro 18, 2017

DEPUTADO GESMAR NO PARLAMENTO AMAZÔNICO



Estou, neste momento, participando da reunião do Parlamento Amazônico, em Marabá.
 

Junto com outros parlamentares, discutimos temas que fazem parte da cadeia econômica da região; desafios e perspectivas sustentáveis como mineração e meio ambiente; exploração mineral em terras indígenas; perspectivas acerca da Lei Kandir e a alteração da própria Lei, através do Congresso Nacional.

“Levei mala de dinheiro para Lula”

Ex-sócio de Fernando de Arruda Botelho, acionista da Camargo Corrêa morto em acidente aéreo há cinco anos, Davincci Lourenço diz à ISTOÉ que ele foi assassinado e que o crime encobriu um esquema de corrupção na empresa. 

O ex-presidente petista, segundo ele, recebeu propina para facilitar contrato com a Petrobras

“Levei mala de dinheiro para Lula”
A TESTEMUNHA-BOMBA
  
Davincci Lourenço de Almeida diz que ordem partiu de Fernando Botelho, da Camargo Corrêa

O personagem que estampa a capa desta edição de ISTOÉ chama-se Davincci Lourenço de Almeida. 

Entre 2011 e 2012, ele privou da intimidade da cúpula de uma das maiores empreiteiras do País, a Camargo Corrêa. 

Participou de reuniões com a presença do então presidente da construtora, Dalton Avancini, acompanhou de perto o cotidiano da família no resort da empresa em Itirapina (SP) e chegou até fixar residência na fazenda da empreiteira situada no interior paulista. 

A estreitíssima relação fez com que Davincci, um químico sem formação superior, fosse destacado por diretores da Camargo para missões especiais. 

Em entrevista à ISTO É, concedida na última semana, Davincci Lourenço de Almeida narrou a mais delicada das tarefas as quais ficou encarregado de assumir em nome de acionistas da Camargo Corrêa: o transporte de uma mala de dinheiro destinada ao ex-presidente Lula. 

“Levei uma mala de dólares para Lula”, afirmou à ISTO É. 

É a primeira vez que uma testemunha ligada à empreiteira reconhece ter servido de ponte para pagamento de propina ao ex-presidente.

Ele não soube precisar valores, mas contou que o dinheiro foi conduzido por ele no início de fevereiro de 2012 do hangar da Camargo Corrêa em São Carlos (SP) até a sede da Morro Vermelho Táxi Aéreo em Congonhas, também de propriedade da empreiteira. 

Segundo o relato, a mala foi entregue por Davincci nas mãos de um funcionário da Morro Vermelho, William Steinmeyer, o “Wilinha”, a quem coube efetuar o repasse ao petista. 

“O dinheiro estava dentro de um saco, na mala. 

Deixei o saco com o dinheiro, mas a mala está comigo até hoje”, disse. 

Dias depois, acrescentou ele à ISTO É, Lula foi ao local buscar a encomenda, acompanhado por um segurança. 

“Lula ficou de ajudar fechar um contrato com a Petrobras. 

Um negócio de R$ 100 milhões”, disse Davincci de Almeida. 

A atmosfera lúdica do desembarque de Lula na Morro Vermelho encorajou funcionários e até diretores da empresa a posarem para selfies com o ex-presidente. 

De acordo com Davincci, depois que o petista saiu com o pacote de dinheiro, os retratos foram pendurados nas paredes do hangar. 

As imagens, porém, foram retiradas do local preventivamente em setembro de 2015, quando a Operação Lava Jato já fechava o cerco sobre a empreiteira. 

Na entrevista à ISTO É, Davincci diz que o transporte dos dólares ao ex-presidente não foi filho único. 

Ele também foi escalado para entregar malas forradas de dinheiro a funcionários da Petrobras. 

Os pagamentos, segundo ele, tiveram a chancela de Rosana Camargo de Arruda Botelho, herdeira do grupo Camargo Corrêa. 

“O Fernando me dizia que a “baixinha”, como ele chamava Rosana Camargo, sabia de tudo”, disse Davincci.

A imersão de Davincci no submundo dos negócios, não raro, nada republicanos tocados pela Camargo Corrêa foi obra de Fernando de Arruda Botelho, acionista da empreiteira morto há cinco anos num desastre aéreo. 

Em 2011, Davincci havia virado sócio e uma espécie de faz-tudo de Botelho. 

A sintonia era tamanha que os dois tocavam de ouvido. 

Foi Botelho quem lhe disse que a mala que carregava teria como destino final o ex-presidente Lula: “A ordem do Fernando Botelho era entregar para o presidente. 

Ele chamava de presidente, embora fosse ex”. 

Numa espécie de empatia à primeira vista, os dois se aproximaram quando Arruda Botelho se encantou com uma invenção de Davincci Lourenço de Almeida: um produto revolucionário para limpeza de aviões, o UV30. 

O componente proporciona economias fantásticas para o setor aéreo. 

“Com apenas cinco litros é possível limpar tão bem um Boeing a ponto de a aeronave parecer nova em folha. 

Convencionalmente, para fazer o mesmo serviço, é necessário mais de 30 mil litros de água”, afirmou Davincci.
PARCERIA Botelho (esq) e Davincci (dir) eram sócios na fabricação de produtos para limpeza de aviões
PARCERIA Botelho (esq) e Davincci (dir) eram sócios na fabricação de produtos para limpeza de aviões

Interessado no produto químico inventado por Davincci, o UV30, Botelho abriu com ele uma empresa de capital aberto, a Demoiselle Indústria e Comércio de Produtos Sustentáveis Ltda. 

Na sociedade, as cotas ficaram distribuídas da seguinte forma: 25% para Fernando de Arruda Botelho, 25% para Rosana Camargo de Arruda Botelho, herdeira do grupo Camargo Corrêa, 25% para Davincci de Almeida e 25% para Alberto Brunetti, parceiro do químico desde os primórdios do UV30. 

Pelo combinado no fio do bigode, o casal Fernando e Rosana entraria com o dinheiro. 

Davincci e Alberto, com o produto. 

Em janeiro de 2012, a Camargo Corrêa lhe propôs o encerramento da empresa. 

Simultaneamente, a construtora, segundo a testemunha, fez um depósito de US$ 200 milhões nos Estados Unidos, no Bank of América, em nome da Demoiselle. 

O dinheiro tinha por objetivo promover o produto no exterior e fechar parcerias com a Vale Fertilizantes, Alcoa, CCR, e outras empresas interessadas na expansão do negócio. 

A operação intrigou Davincci. 

Mas o pior ainda estaria por vir.

Sinais de insanidade?

Em seu primeiro mês como presidente, Donald Trump enfrenta uma crise de credibilidade dentro e fora do país — a ponto de sua saúde mental ser questionada. 

Por que suas ações podem custar o declínio da nação mais poderosa do mundo.

Sinais de insanidade?
COMEÇO DO FIM? 

Temperamento de Trump pode implodir seu governo


Apertos de mão que intimidam, telefonemas interrompidos e reuniões abandonadas quando questionam suas ideias. 

O comportamento que o presidente da nação mais influente do mundo apresentou em seus primeiros dias no poder confirma que Donald Trump é intempestivo e egocêntrico. 

A questão agora é até que ponto essa personalidade pode contribuir para a decadência dos Estados Unidos. 

“Trump é muito sensível a qualquer crítica e reage sem se importar com as consequências futuras”, disse à ISTOÉ o cientista político e historiador da Universidade de Harvard Alexander Keyssar. 

“Até mesmo os republicanos questionam suas decisões, embora poucos o façam publicamente”.

Na semana passada, ganhou destaque a petição on-line assinada por 18 mil profissionais de saúde que questionam a sanidade mental e pedem o impeachment de Trump. 

Ele teria um transtorno de personalidade anti-social denominado “narcisismo maligno”. 

Paranoia e sadismo estão entre as características do quadro. 

“O que estamos vendo agora são os equívocos mais aparentes de Trump. 

Ou ele muda o estilo de governar ou vai ser contínua a repetição de condutas erráticas, com sérias implicações”, diz Cristina Soreanu Pecequilo, professora de Relações Internacionais da Universidade Federal de São Paulo (Unifesp).

A recente saída do conselheiro de Segurança Nacional escolhido por Trump, Michael Flynn, é um dos indícios dessa conturbada política. 

O general caiu após ter sido revelado pelos serviços de inteligência dos EUA que, em dezembro, ele manteve conversas comprometedoras com o embaixador russo Sergei Kislyak sobre as sanções aplicadas contra Moscou. 

O conselheiro havia pedido ao russo para não reagir de forma desproporcional antes que Trump chegasse à Casa Branca, uma vez que o magnata poderia rever a questão. 

Flynn chegou a ser interrogado pelo FBI ainda nos primeiros dias de governo. 

Na segunda-feira 13, Trump decidiu pedir sua renúncia por quebra de confiança. 

Flynn teria enganado o vice-presidente Michael Pence ao negar a conversa com o embaixador. 

“O grande problema é que ele não está cercado de pessoas competentes”, diz Keyssar. 

Prova disso é que, três dias depois, em mais uma atitude na contramão de um discurso diplomático conciliatório, Trump afastou os Estados Unidos do compromisso de criar um Estado Palestino. 

Em reunião com o primeiro-ministro de Israel, Benjamin Netanyahu, ele convocou palestinos e israelenses a encontrar a paz por si próprios.

FRASES IMPENSADAS

As instáveis relações com Vladimir Putin ganharam um novo capítulo na quarta-feira 15. 

Interferindo na soberania russa, Trump pediu a devolução da Criméia à Ucrânia e afirmou que espera que Putin coopere para diminuir a tensão entre os dois países. 

O porta-voz do Kremlin, Dmitri Peskov, respondeu prontamente que a questão não poderia sequer ser discutida por “sócios estrangeiros”, em referência aos EUA. 

“A impressão que se tem é que ele não raciocina, que as frases saem da boca sem serem pensadas”, diz Geraldo de Figueiredo Forbes, membro do grupo de análise de conjuntura internacional da Universidade de São Paulo. 

“Não há método na loucura. 

O amigo de ontem é o inimigo de hoje.” 

Se Trump sozinho poderá dar início ao seu fim só o tempo poderá dizer. 

Mas seus primeiros atos já indicam que esse é um dos horizontes possíveis.

O novo pior presidente  

Um século e meio separa James Buchanan, o 15º presidente dos Estados Unidos, de Donald Trump, o 45º. 

Um título, porém, os aproxima: o de pior chefe de Estado do país. 

Até a posse de Trump, Buchanan mantinha o posto por seus catastróficos feitos entre 1857 e 1861, quando foi responsável pela Guerra Civil entre o Norte e o Sul, na qual morreram 1 milhão de americanos. 

Agora, ele está prestes a perder seu lugar na história. 

As propostas de Trump que negligenciam a questão climática e sua postura em temas diplomáticos têm potencial de matar ainda mais gente. 

Durante seu mandato, Buchanan teve de se defender de acusações de propina, extorsão e abuso de poder – mas sem a habilidade do magnata de Nova York para criar factóides, quase sempre bombásticos. Um páreo duro.

sábado, fevereiro 11, 2017

Juiz proíbe imprensa de abordar vazamento que comprometeria Temer

Dados roubados de Marcela conteriam, na verdade, informações comprometedoras sobre Temer
Dados roubados de Marcela conteriam, na verdade, informações comprometedoras sobre Temer







O juiz Hilmar Castelo Branco Raposo Filho, da 21ª Vara Cível do Tribunal de Justiça do Distrito Federal, proibiu nesta sexta-feira (10) que a imprensa publique reportagens sobre as informações obtidas por um hacker a partir da invasão do celular da primeira-dama Marcela Temer e que comprometeriam o presidente Michel Temer.

O pedido na Justiça foi feito por advogados de Marcela Temer e a medida foi concedida pelo juiz em caráter de "urgência". 

Na decisão, Raposo argumenta que a "inviolabilidade da intimidade de Marcela tem resguardo legal claro", mas não cita conteúdo que envolveria o presidente da República.

Em abril do ano passado, à época da invasão do celular de Marcela Temer, quando Temer ainda era vice-presidente, a Polícia Civil de São Paulo, que estava subordinada a Alexandre de Moraes, que se tornou ministro de Temer posteriormente, suspeitou que se tratava de crime político.

O colunista Cláudio Humberto, do jornal Metro, afirmou que os hackers tentaram despistar a real intenção do roubo de informações fazendo ameaças de tornar públicas as trocas de mensagens de Marcela com familiares, além de senhas e fotografias. 

À época, a Folha de S.Paulo informou que o hacker ameaçou Marcela de jogar o nome de Temer "na lama". 

"Pois bem, como achei que esse vídeo [na verdade, um áudio] joga o nome de vosso marido na lama. 

Quando você disse que ele tem um marqueteiro que faz a parte baixo nível… pensei em ganhar algum com isso”, ameaçou o hacker Silvonei José de Jesus Souza, que foi preso em maio e condenado em outubro do ano passado a cinco anos e 10 meses de prisão em regime fechado por extorsão e estelionato.

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