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segunda-feira, dezembro 11, 2017

Monica Moura e João Santana depoem em investigação sobre recursos a campanhas do PT em SP

Casal de marqueteiros confirmou à PF o recebimento de R$ 20 milhões via caixa dois para campanha de Fernando Haddad (PT) à Prefeitura de SP em 2012.


Por Gabriel Prado, GloboNews, São Paulo
Marqueteira Mônica Moura presta depoimento sede na PF em SP
Marqueteira Mônica Moura presta depoimento sede na PF em SP.
 
A marqueteira Monica Moura e o marido dela, João Santana, prestaram depoimento nesta segunda-feira (11) na sede da Polícia Federal em São Paulo para um inquérito que apura a suspeita da destinação de recursos para campanha de petistas a governos de São Paulo. 

No depoimento, o casal confirmou o pagamento de R$ 20 milhões por meio de caixa dois para a campanha de Fernando Haddad (PT) nas eleições de 2012.

Monica Moura está na sede da PF na Lapa, Zona Oeste de São Paulo. 

Ela e o marido, João Santana, que foram marqueteiros em campanhas petistas, são investigados em dois inquéritos da PF paulista. 

O primeiro apura o suposto repasse de verba da Odebrecht para o casal na campanha do ex-prefeito Fernando Haddad, que disputou a prefeitura de São Paulo em 2012.

O segundo inquérito no qual Monica Moura é investigada também se refere a um suposto repasse ao casal, também pela Odebrecht. 

Os recursos teriam sido destinados para a campanha de Alexandre Padilha, que disputou o governo do Estado de São Paulo em 2014.
João Santana e sua mulher e sócia, Mônica Moura, fecharam acordos de delação premiada (Foto: Cassiano Rosário/Futura Press/Estadão Conteúdo )
João Santana e sua mulher e sócia, Mônica Moura, fecharam acordos de delação premiada (Foto: Cassiano Rosário/Futura Press/Estadão Conteúdo ).
 
A assessoria de Fernando Haddad disse por meio de nota: "A declaração de Mônica Moura à Polícia Federal provoca estranheza. 

A Odebrechet teve suas principais ambições na cidade de São Paulo contrariadas pela administração Haddad. 

O túnel da avenida Roberto Marinho foi cancelado em março de 2013 e a recompra das CIDEs da Arena Corinthians foi rechaçada pela gestão". 
 
"Segundo o ex-advogado da Odebrechet, Rodrigo Tacla Duran, em depoimento a CPI do Congresso, na condição de testemunha, os pagamentos realizados no Exterior eram relativos a campanhas presidenciais de 2012, em países onde a empreiteira pretendia atuar. 

Haddad reitera que a acusação feita pelo casal Mônica Moura e João Santana é falsa. 

E reafirma que nunca teve qualquer contato com o empresário Eike Batista e desconhece qualquer projeto de sua iniciativa na cidade", diz a nota.
 
Monica Moura foi vista chegando, mas não falou com jornalistas.  

O casal está cumprindo prisão domiciliar em Salvador, na Bahia.

Eles foram presos em fevereiro de 2016 durante a Operação Lava Jato, que descobriu um desvio de US$ 7,5 milhões para campanhas eleitorais.
 
Monica e João Santana assinaram delação premiada e também já ficaram em silêncio em depoimentos da PF. 

O conteúdo deste novo depoimento que está sendo realizado nesta segunda não foi divulgado. 
 
Em julho, o casal foi condenado pelo juiz federal Sérgio Moro a 7 anos e 6 meses de reclusão pelo crime de lavagem de dinheiro em ação decorrente de investigações da Lava Jato. 

Eles foram absolvidos do crime de corrupção. 

Foi a segunda condenação do casal na Lava Jato. 
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João Santana e Monica Moura foram condenados na Lava Jato (Foto: Rodolfo Buhrer/Reuters).

Esquema de propina de Cabral pagava 13º e 14º salários, diz delator

Carlos Miranda, apontado pela Operação Lava Jato como gerente da organização criminosa, detalhou valores dos pagamentos em depoimento nesta segunda-feira (11).


Por Carlos Brito, G1 Rio
Carlos Miranda teve a delação homologada (Foto: Reprodução/TV Globo)
Carlos Miranda teve a delação homologada (Foto: Reprodução/TV Globo).
 
Apontado pela Operação Lava Jato como gerente do esquema de propinas da organização criminosa comandada pelo ex-governador do Rio de Janeiro Sérgio Cabral, Carlos Miranda detalhou os valores dos pagamentos que ele e os ex-secretários Wilson Carlos e Régis Fichtner recebiam. 
 
As informações foram dadas nesta segunda-feira (11), durante depoimento na 7ª Vara Criminal Federal do Rio. 
 
Quase ao fim da audiência, Miranda afirmou que o esquema de propina funcionou até 2016, às vésperas da prisão de Cabral. 
 
“Tirávamos cerca de R$ 150 mil por mês. 
 
Também havia prêmios no fim do ano, como uma espécie de 13º ou 14º salários. 
 
Tudo era pago em dinheiro”, completou Miranda. 
 
Segundo ele, a organização era controlada por Cabral. 
 
Wilson Carlos era o responsável pelos contatos com as empresas, e Fichtne cuidava do andamento do esquema dentro da estrutura do governo.
 
Toda a movimentação do pagamento de propina era registrada em uma planilha que permanecia em poder de Miranda. 
 
Esta era dividida em duas partes armazenadas no e-mail de Miranda, e as senhas de acesso eram trocadas com frequência. 
 
Ao verificar o avanço das investigações da Lava Jato sobre o grupo comandado por Cabral, Miranda decidiu destruir o documento. 
 
O depoimento de Miranda é considerado fundamental para esclarecer o funcionamento do esquema. 
 
De todos os colaboradores, Miranda é apontado como um dos mais próximos ao ex-governador Cabral, cuidando, inclusive, de sua declaração do Imposto de Renda. 
 
“Eu cuidava das despesas pessoais do governador, inclusive da movimentação em suas contas”, admitiu Miranda em seu depoimento. 
 
O ex-assessor da Secretaria de Estado de Transportes Luiz Carlos Velloso também prestou depoimento e afirmou que o deputado federal Júlio Lopes teve uma conta em uma corretora na qual acumulou R$ 3,5 milhões referentes à colaboração de campanha eleitoral. 
 
Velloso disse, no entanto, que desse total, R$ 1,5 milhão teria sido usado para o pagamento de despesas pessoais dele próprio e de Lopes.

Agência de comunicação.

Ainda durante o depoimento, Miranda afirmou que a Carioca Engenharia - uma das empresas que participou do esquema de pagamento de propinas à organização - pagou uma conta de cerca de R$ 200 mil à agência de comunicação FSB. 
 
Segundo ele, tratava-se do pagamento de trabalho feito pela empresa durante a campanha de reeleição do governador. 
 
Esse valor, afirmou Miranda, foi abatido do total de propina que a Carioca pagava à organização.
 
Em nota, a FSB negou as declarações de Miranda. 
 
"Não conhecemos Carlos Miranda, nunca tivemos contato com ele e ficamos absolutamente surpresos com suas declarações pela total falta de fundamento. 
 
A FSB tem 38 anos de história no mercado e pautamos nossa atuação por um código de conduta e ética baseado em normas rígidas de compliance", declarou a empresa no texto. 
 
Na quarta-feira (6), Miranda prestou depoimento pela primeira vez em juízo como delator no processo que apura crimes da operação Ratatouille. 
 
 
"A joia comprada por Fernando Cavendish foi uma forma de propina. 
 
O valor foi descontado do valor de propina que Cavendish pagava para a organização [de Cabral]", disse Miranda. 
 
No dia anteior, Cabral havia classificado a doação da joia de mais de 200 mil euros para sua mulher, em 2009, como "presente de puxa-saco" de Cavendish. 
 
Também em nota, a defesa de Régis Fichtner declarou: trata-se de uma afirmação mentirosa.
 
Regis Fichtner nunca recebeu vantagem financeira indevida. 
 
Acrescente-se que seu nome não foi mencionado em acordos de leniência de empresas que prestaram serviços ao ooverno do Estado do Rio de Janeiro. 
 
A defesa não pode deixar de sublinhar a recorrência de denúncias tão logo o cliente recuperou sua liberdade, em processos dos quais não participa, sem amparo em documentos comprobatórios e com o direito de defesa flagrantemente cerceado".

Tamanho é documento? Conheça o restaurante dos pênis na Coreia do Sul



Localizado na pequena cidade de Pocheon, o Deulmusae atrai uma grande quantidade de visitantes por conta de sua decoração única


Tamanho é documento? Conheça o restaurante dos pênis na Coreia do Sul
Não importa o quão feio ele seja, o fato é que o pênis persistiu ao longo da história humana como um símbolo de força, fertilidade e poder para diversas culturas do mundo todo. 

Da antiga Pompeia e dos hieróglifos egípcios até as roupas de indígenas modernos na Nova Guiné, imagens fálicas vêm sendo utilizadas sem muitas restrições. 

No entanto, poucos lugares vão tão direto ao ponto quanto o restaurante sul-coreano chamado Deulmusae.

Localizado em uma obscura estrada rural em Pocheon, a uma distância de uma hora e meia de carro a partir de Seul, o rústico estabelecimento é muito fácil de reconhecer mesmo que você não saiba ler coreano. 

Afinal, basta procurar por uma casa com um enorme forno em forma de pênis, com uma trilha ladeada por vários órgãos masculinos indo até lá – e, caso vá até lá de noite, não precisa se preocupar: os membros no caminho se acendem ao entardecer.
 
Yin e yang

Inaugurado em 1996, o Deulmusae não foi sempre um tributo ao órgão. 

Na verdade, o local era um restaurante absolutamente comum até o dia em que um monge budista o visitou e ressaltou que lá havia um excesso de energia feminina (também chamada de yin na cultura chinesa).

 Além disso, ele explicou que a forma vaginal do terreno só piorava a situação.
Após ponderar sobre as afirmações do monge, o dono do restaurante resolveu balancear a energia do ambiente por meio da incorporação de símbolos fálicos nos utensílios de cerâmica do estabelecimento. 

Não demorou muito para que os objetos curiosos começassem a atrair visitantes da região, especialmente os idosos. 

Pouco tempo depois, o lugar já estava coberto de símbolos.

Além das peças de cerâmica, que são fabricadas no próprio restaurante, obras em madeira e esculturas feitas por um artesão local criam um ambiente bastante natural – para não dizer indutor de rostos avermelhados e olhos arregalados. 

Por mais estranhos que possam parecer, os trabalhos são feitos com muito cuidado e realmente podem ser considerados artísticos – com algumas exceções, como a fonte anatomicamente bizarra da foto a seguir.
 SeoulSearching
Deixando as partes de lado.

Mesmo com todas as distrações, o Deulmusae continua sendo um restaurante e, como tal, oferece uma boa variedade de pratos para agradar a qualquer gosto. 

Um dos pratos principais de almoço, por exemplo, apresenta uma sopa de milho com um filé de peixe frito, um corte de carne suína e um bife de hambúrguer no estilo coreano, tudo acompanhado por uma colorida salada, arroz e café ou chá. 

E servido em um prato com um pênis ou vagina, é claro.

lista de bebidas também é bastante extensa e o pátio do local oferece um bom ambiente para apreciar os tradicionais chás e coquetéis do restaurante. 

Os drinques gelados são servidos em canecas baseadas nos diferentes sexos, com as mulheres recebendo seus refrescos em copos com forma de pênis e os homens recebem os seus em canecas com vaginas – e é óbvio que os canudos ficam em locais estratégicos para fotos constrangedoras.

Após a refeição, os visitantes ainda podem adquirir uma grande variedade de lembrancinhas únicas. 

Os famosos utensílios artesanais de cerâmica fálica do Deulmusae podem ser comprados na forma de canecas, saleiros, chaveiros e muitos mais.

É possível até levar para casa um sabonete com a cor, formato e tamanho real de um pênis – mas não se preocupe, pois o aroma é de flores.

Tamanho é documento?

 

Antes de ir embora, também é possível passar para conferir o mapa-múndi feito completamente de pintos e até tirar algumas fotos – os donos do restaurante encorajam o voyeurismo.

Pocheon pode até ficar em uma região remota e está longe de ser uma das maiores cidades da Coreia do Sul, mas uma visita ao Deulmusae certamente é algo único. 

Afinal, o que importa não é o tamanho, mas sim a forma como tudo acontece.
Tamanho é documento? Conheça o restaurante dos pênis na Coreia do Sul
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Veja mais algumas fotos do restaurante na galeria acima.