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Aproveitamento do caroço de açaí

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sexta-feira, setembro 07, 2007

COMO DEUS VÊ O HOMOSSEXUALISMO

Lendo o perfil de Ana Cristina que foi publicado no bi-semanário O Regional do dia 5 a 10 de setembro de 2007, me chamou a atenção para algumas declarações que a mesma dera para seu entrevistador, e que nesta oportunidade, gostaria de emitir minha opinião sobre o que a Cristina declara, já que "quem diz o que quer, ouve ou que não quer" e que cabe a qualquer pessoa emitir opiniões, conceitos e até juízo de valores sobre o que alguém pratica ou diz publicamente, excetuando-se apenas, quando tais comportamentos são de caráter privativo, ou seja, lá dentro de suas "4 paredes", na sua privacidade, mas a prtir do momento que alguém torne público suas opiniões ou atitudes, pertencem a todo mundo, porque tais atitudes passam a ser de domínio público. Então vamos lá, vou começar, transcrevendo algumas de suas afirmações ou "cobranças".
O Regional-Como você defende a classe GLS?
Ana Cristina - Sempre prezei pelo respeito, pelos direitos das pessoas menos favorecidas da sociedade, assim como sua luta pelos direitos, respeito e dignidade de Gays e Lésbicas na sociedade. Até porque essas pessoas têm que ser tratatadas como as outras, pois não são diferentes, muito pelo contrário, vivemos do mesmo jeito e queremos respeito da mesma forma que as outras pessoas têm.
Há anos atrás a homossexualidade era considerada uma doença, um distúrbio ou uma disfunção. Felizmente este conceito mudou e hoje vemos gays, lésbicas, bissexuais a viverem a sua sexualidade de forma saudável digna e respeitosa. Para além desta mudança também hoje encontramos transgêneros a verem sua identidade de gênero reconhecida. O problema é que o preconceito ainda existe...".

O Regional - Quais as coisas indispensáveis em sua vida?
Ana Cristina - Para mim o dinheiro não é tudo. Poder é definido como uma saúde perfeita, para com isso fazer tudo o que gosto. Deus é tudo; família e trabalho para mim é um alicerce; A fé é definida como a força que vem da alma de cada um...;"
Vou parar por aqui e transcrever o que a Bíblia diz sobre as opiniões dessa jovem que representa o universo gay feminino e masculino.
"...e mudaram a glória do Deus incorruptível em semelhança da imagem de homem corruptível, bem como de aves quadrúpedes e répteis. Por isso, Deus entregou tais homens à imundícia, pelas concupiscências de seu próprio coração, para desonrarem o seu corpo entre si; pois eles mudaram a verdade de Deus em mentira, adorando e servindo a criatura em lugar do Criador, o qual é bendito eternamente.Amém. Por causa disso, os entregou Deus a paixões infames; porque até as mulheres mudaram a o modo natural de suas relações íntimas por outro, contrário a natureza(relação sexual com mulheres, lesbianismo); semelhantemente, os homens também, deixando o contacto natural da mulher(relação sexual com mulheres), se inflamaram mutuamente em sua sensualidade, cometendo torpeza, homens com homens(homossexualismo, gay), e recebendo, em si mesmos, a merecida punição do seu erro. E, por haverem desprezado o conhecimento de Deus, o próprio Deus os entregou a uma disposição mental reprovável, para praticarem cousas inconvenientes...Ora, conhecendo eles a sentença de Deus, de que são passíveis de morte os que tais cousas praticam, não somente as fazem, mas também aprovam os que assim procedem". Romanos, capítulo primeiro, versos 23 a 32. O texto que transcrevemos da Bíblia, desmente todo argumento da Ana Crsitina e também a qualquer pessoa que mesmo que não tenha vocação para o homossexualismo, porém aprovam essa pratica abominável aos olhos de Deus. Isso não se trata de intolerância quando questionamos, trata-se exclusivamente de estarmos ao lado de Deus. Não se trata de discriminação a gente não comungar com tais prática e movimentos que promovem essa abominação que resultou na destruição de Sodoma e Gomorra, conforme registro bíblico, se trata de obediência aos princípios de Deus. Inclusive essa tal de "Parada Gay", constitui-se em uma afronta a Deus, um verdadeiro deboche dos princípios de Deus e um grande desrespeito a base sagrada da família. Porque não se pode constituir família com duas pessoas do mesmo sexo. A Bíblia diz que "Macho e fêmea, Deus criou", e "por isso, deixa o homem pai e mãe e se une à sua mulher, tornando-se os dois uma só carne" Gênesis, capítulo 2, verso 24.Se Deus aprovasse o homossexulaismo, Ele diria assim: "Portanto, deixará a pessoa seu pai e sua mãe, e se unirá a outra pessoa e ambos serão um só corpo e uma só carne". Para concluir quero transcrever a sentença que Deus tem para aqueles que continuam desobedecendo a Sua Palavra registrada em Primeiro Coríntios, capítulo 6, versos 9 e 10: "Ou não sabeis que os injustos não herdarão o reino de Deus? Não vos enganeis; nem impuros, nem idólatras, nem adúlteros, nem EFEMINADOS, nem SODOMITAS, nem ladrões, nem avarentos, nem bêbados, nem maldizentes, nem roubadores herdarão o reino de Deus". Se alguém desejar me processar por discriminação, pode me processar, só que a própria justiça, terá que me condenar juntamente com Deus, jesus Cristo, os Profetas da Bíblia e os Apóstolos de Cristo Jesus, porque todos eles, pregavam a Palavra de Deus, comabatendo todas as práticas humanas abomináveis por Deus. Coloquem a Bíblia Sagrada no banco dos réus também. Examinem as Escrituras antes de me sensurarem e me condenarem achando que estou sendo intolerante e estou discriminando. Apenas, estou cumprindo o meu papel de alertar a todos acerca daquilo que Deus nos orienta, Ele ama o pecador, porém, odeia o pecado. Não tenho nada contra as pessoas que praticam o homossexualismo, porém, me recuso a apoiar tais atitudes e amovimentos em busca da defesa de direitos de práticas abomináveis diante de Deus, em nome de uma liberdade que não passa de libertinegem e promiscuidade.
Valter Desiderio barreto-Escritor/teólogo e pós-graduado em psicanálise. e-mail: valterbt@gmail.com

quinta-feira, setembro 06, 2007

Redivisão do Brasil

Embora eu seja contra esse movimento de redivisão dos estados brasileiros, exatamente pelo fato dos maiores interessados em criar novos estados sejam os políticos e/ou interessados em migrarem para a vida pública, não poderia deixar de publicar neste blog esta análise que se segue tão profunda feita pelo professor Edmilson Sanches que remete a uma reflexão.
Quando o assunto é redivisão territorial do Brasil, as pessoas que são contra sacam logo do bolso dois únicos argumentos: 1) vai aumentar a roubalheira, a corrupção; e 2) o país não tem dinheiro para pagar a sua parte da conta (construção, instalações, equipamentos e manutenção de órgãos governamentais e remuneração de servidores).
Sou defensor da redivisão, mas não é isso o que me leva a concluir o quanto esses argumentos são frágeis, ou, no mínimo, apressados. Em relação à corrupção e roubalheira em novos estados, vale lembrar que elas têm a idade do ser humano - que sempre quer mais, mesmo quando se encontra no paraíso. Se o volume de roubalheira e corrupção, calculado em reais ou em dólares, fosse vinculado à redução das endodivisões (redivisão dos estados), São Paulo, Rio de Janeiro e Brasília sequer existiriam, ou tornariam ao estado de natureza. Neste país se rouba do povo desde sua descoberta - basta citar os quase R$ 700 bilhões em corrupção e desperdício levantados em reportagens do jornal “O Dia” (RJ) em 2002.
Quanto à inexistência de recursos para implantação dos novos estados, diga-se que grande parte do dinheiro que a União investiria (é isso mesmo: investimento, não gasto) retornaria aos cofres do Tesouro Nacional. São altos os impostos incidentes sobre os materiais de construção (perto de 40% no cimento, na tinta e no vaso sanitário e 37% no tijolo). E mais impostos sobre os móveis, as instalações e até o material de expediente e, em especial, sobre a folha de pagamento dos funcionários. Em uma casa popular de R$ 45 mil os impostos “comem” R$ 22.275,00.
Some-se a isso o custo do consumo, os tributos embutidos nos preços dos bens, produtos e serviços pagos com a massa salarial e outros ganhos - impostos que vão de 18% na carne e no feijão, 40,5% no açúcar, a até 56% na cerveja e 83% no litro de cachaça.
Portanto, vale repetir, se o governo federal investir R$ 1,9 bilhão em cada novo estado, ele teria esse valor de volta logo, logo, e com “juros”, pois a nova dinâmica econômica que se desenvolveria na nova unidade federativa aumentaria o bolo dos impostos para os cofres públicos, sem falar nos ganhos indiretos que viriam com a redução de gastos em assistência social, saúde, bolsas-isso e vales-aquilo, já que grande parte da população ficaria ao abrigo de atividades produtivas (assalariados, autônomos, empresários e empreendedores, além de parte no serviço público).
Economistas, sociólogos e outros pesquisadores e estudiosos têm um campo desafiador nesse assunto: o quanto retorna, para a União, do dinheiro investido na instalação de um novo estado.
O economista Roberto Limeira (raro caso de razão e paixão na pesquisa e estudos sobre o tema) mostra por A + B, ou melhor, com todos os números: menos de dois e meio por cento (R$ 12 bilhões) do meio trilhão de reais do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC, do governo federal), aplicados na criação de seis estados (Araguaia, Carajás, Gurguéia, Maranhão do Sul, São Francisco e Tapajós), gerariam nessa área (incluindo-se o Estado do Tocantins) um milhão de empregos e riqueza (PIB) de R$ 60 bilhões (atualmente, já são gerados R$ 40 bilhões).
Somente com os impostos e divisas de exportação, em apenas dois anos a União teria o retorno de todo o investimento feito, sem falar nos ganhos sociais, políticos, de auto-estima, de consolidação do território nacional e a repercussão econômica e social nos demais estados, sobretudo os do Sul-Sudeste, que venderiam mais para os novos “irmãos” e “desinchariam” parte de sua população, com a volta de muitos brasileiros para suas origens nortistas e nordestinas.
Geopoliticamente, dividir não é fragmentar, mas consolidar. Se a sede de dinheiro e poder, se os sem-moral e os sem-vergonha da política se aproveitam do sonho da redivisão territorial para cometer seus crimes, onde está a culpa: no sonho ou no vagabundo político que sordidamente se assenhoreia dele? Ora!... Contra a corrupção (e outros crimes) devem agir Justiça, polícia, Ministério Público... e a cidadania vigilante.
Se essas estruturas não são eficazes a ponto de prender esses políticos bandidos, reaver o dinheiro e conter a sangria desatada que vitima o povo, então é bom diagnosticar as razões da ineficácia, receitar o remédio e controlar sua administração (sem trocadilho).
Dividir mais para administrar melhor tem sido tendência e realidade no mundo inteiro. Só os que não se dedicam um pouco mais ao estudo, acompanhamento e análise podem se assentar em bases tão pouco sólidas quanto as alegações de falta de dinheiro e excesso de corrupção como fatores inibidores da redivisão territorial.
Nem o nosso planeta agüentou ser uma terra só. Saiu da condição de Pangéia, dividiu-se em dois supercontinentes e, no momento, são seis continentes. Até o começo do século 20 existiam pouco mais de 70 países. Agora, são quase duzentos. O que a Geologia começou, a Geografia confirmou: dividir faz bem - e a religião e a Filosofia ratificam. Divisão não é o mesmo que apropriação, corrupção. A redivisão territorial é a mais rápida e mais segura forma de promoção do desenvolvimento, de inclusão social. Com roubos e tudo.
A França, país quase do tamanho da Bahia, tem hoje 96 estados (départements), mais quatro além-mar e mais de 36 mil municípios (comunas). Quase 16 vezes maior do que o território francês, o Brasil existe com seus 26 estados e um distrito federal e menos de 5.700 municípios. Os Estados Unidos, com apenas 9% a mais de área que o Brasil, têm 51 unidades federativas e cerca de 30 mil cidades. A Alemanha, com 356 mil km2 (apenas 7% a mais que o Maranhão), tem 16 estados e mais de 12 mil cidades. A Espanha, com 505 mil km2 (bem menor que Minas Gerais), tem 50 estados (províncias) e oito mil cidades, total este semelhante ao da Itália, país com 301 mil km2, bem menor do que o Goiás.
Do “A” do Afeganistão ao “Z” do Zimbábue, a correlação entre área territorial e quantidade de estados (ou similares) encontra no Brasil o país de mais injusto desequilíbrio, especialmente quando a isso se juntam as desigualdades socioeconômicas.
A revista "Veja", que trouxe em 15/08/2007 um texto do paulista e paulistano Roberto Pompeu de Toledo (“O Maranhão do Sul na Wikipédia”), talvez não abrigue réplicas em igual espaço - é a força da “ditadura” e do monólogo dos veículos de comunicação bem sucedidos, que impõem, quase sem reserva, o poder de sua mensagem para o resto do país e para leitores nos quatro cantos do mundo, ouvindo quase nada a população, mesmo quando o assunto tem importância vital sobre o presente e futuro dela.
O articulista Toledo talvez não saiba que a luta pela redivisão do lado sul do Maranhão tem mais de 180 anos. Que nossas riquezas naturais e culturais, a capacidade desbravadora e empreendedora de brasileiros de todo o país e de estrangeiros de todos os continentes fizeram progredir essa região e ainda vão transformá-la em referência de desenvolvimento. É o “estado de espírito” enriquecido com o “espírito de estado”.
Além de estarem incorretas as referências do artigo do sr. Toledo, elas pecam ao afirmar que o Estado do Maranhão do Sul, quando criado, “irá para a rabeira [sic]”. Não irá. Como também não foram o Tocantins e o Mato Grosso do Sul. Pois saiba que a parte sul do Maranhão tem riquezas naturais, geografia estratégica e outras vantagens comparativas e competitivas. O que falta - e disso o Brasil é cheio - é decisão política para promover o desenvolvimento regional com envolvimento do capital humano intelectual e social aqui formado ou que para aqui se transferiu.
Quem é contra a redivisão talvez deseje que o Brasil volte a ser um conjunto de capitanias. Talvez a paulista e paulistana “Veja” e o paulista e paulistano Toledo não se opusessem ao retorno de São Paulo ao território do Rio de Janeiro, a cujo governo “ficou sujeito, tanto administrativamente como no Judiciário”, como anotou Ildefonso Escobar. Ou, alternativamente, São Paulo reintegre-se ao território da Bahia, de cujo governo “ficou dependente” também.
Talvez os paranaenses não se importem se seu estado voltar a pertencer a São Paulo. Talvez os paulistas não se incomodem (afinal, tudo é Brasil) de devolver ou buscar consideráveis glebas dos territórios de Minas Gerais, Goiás e Mato Grosso. Talvez a capital Curitiba e o Estado de Santa Catarina voltem correndo para se reincorporar ao estado paulista. Talvez o Rio de Janeiro queira de volta a São Paulo que por algumas vezes lhe tiraram, em um puxa-encolhe que, como sanfona, resfolegou, veio e voltou do século 16 ao século 18.
O Maranhão do Sul será uma realidade - não por força de “jogadas” de enfraquecimento político que nunca existiram. O Maranhão do Sul, mais dias menos dias, virá - não por birra inútil ou vontade fútil. Não. Ele acontecerá como parte do debate nacional e da tendência e prática internacional de dividir mais (o território) para dividir melhor (seus recursos entre os cidadãos). Nesses momentos - e também nos demais -, a corrupção não deve ser entendida como regra, mas como anomalia. Ela é um desvio do caráter humano, não uma característica da gestão da coisa pública, da ciência administrativa.
Em sonho, em lutas, em riquezas materiais, em potencialidades de toda ordem, o Maranhão do Sul é grande. É maior do que a ignorância daqueles que, por falta de interesse ou oportunidade, ainda não sabem do que estão falando. Ou escrevendo.
EDMILSON SANCHES, jornalista e consultor, com pós-graduação nas áreas de Administração, Comunicação e Desenvolvimento, e diversos livros publicados. Contatos: edmilsonsanches@uol.com.br ou esanches@jupiter.com.br

terça-feira, setembro 04, 2007

ANULAÇÃO DA VENDA DA COMPANHIA VALE DO RIO DOCE

Eu não concordo com esse movimento da anulação da venda da Companhia Vale do Rio Doce, porque o que está por trás desse tal movimento fracassado, não tem nada a ver com o que seus organizadores tentam justificar para o povo brasileiro. Na verdade, a Vale nunca foi e nunca será "nossa", porque no tempo que a mesma era administrada pelo governo federal, só findava o ano no vermelho, pelo fato da mesma servir apenas de "cabide" de empregos para os militares do Exército da reserva e também, para os parentes e "protegidos" dos políticos que pertenciam a base do governo federal. Para quem não sabe, nessa época, a Vale não investia quase nada na região, e a barreira colocada na entrada da mesma que dava acesso a Serra dos Carajás, só passava quem prestava algum tipo de serviço à mesma, ninguén da comunidade podia ultrapassá-la, e quando alguém desejava visitar o parque natural da Serra Norte, passava pela maior humilhação e vexame, era como se nós brasileiros, moradores ao pé da Serra, fossemos estrangeiros, além de sermos humilhados pelos inúmeros funcionários da Vale, que dificilmente descia a sede do município, numa verdadeira discriminação a população do município de Parauapebas, como se todos na cidade estivesse contraídos com doenças infectocontagiosa. Só depois que a Companhia Vale do Rio Doce tornou-se uma empresa privada, foi que as coisas mudaram para melhor, não só na região, como no Estado. A mesma tem investido no social não só na região onde explora minérios, como na capital paraense, só não vê quem não quer enchergar. O fato de se alegar que a empresa investe pouco daquilo que ganha com a exploração dos diversos minérios extraídos do solo paraense, é outra história. Isso não seria nenhum motivo para se desencadear esse movimento imbecil, usando o pretexto de que a Vale foi privatizada pelo governo de FHC, por preço de banana, porque na minha concepção, se a mesma fosse entregue de graça aos seus atuais proprietários, ainda assim sairia caro, exatamente pelo fato do governo federal não ter tido a competência de estruturar a região onde a Vale do Rio Doce atuaria, transformando hoje essas regiões, principalmente Parauapebas, em bolsões de miséria pela invasão de forma indiscriminada de cidadãos que migram para cá sem nenhuma estrutura financeira e profissional, que não tem gestor competente no mundo que possa administrar bem o município e nem resolver os problemas sociais que dominam a cidade que recebe por semana, mais de 40 (QUARENTA) famílias vindas de toda parte do Brasil em busca de oportunidades de trabalho e sobrevivência. A Vale tem feito sua parte sim, mas é bom lembrar, que nenhuma empresa privada tem obrigação de arcar com as responsabilidades que são atribuições do poder público, até porque, as empresas pagam seus impostos de acordo suas produções. Agora se esse movimento tivesse como objetivo, esclarecer a população brasileira e o mundo, sobre a catástrofe futura que a Companhia Vale do Rio Doce, está provocando com a destruição do meio ambiente e a depredação da natureza para as futuras gerações, eu seria um dos primeiros a encabeçar esse famigerado movimento mas como eu tenho consciência que o objetivo de quem está por trás disso, são outros que não correspondem aos interesses da maioria da população brasileira, não só me recuso a participar como também não voto a favor da ANULAÇÃO DA VENDA DA COMPANHIA VALE DO RIO DOCE.
Valter Desiderio Barreto-Pioneiro no município de Parauapebas desde a década de 80, professor/escritor e teólogo.