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Aproveitamento do caroço de açaí

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segunda-feira, janeiro 04, 2010

MATEMÁTICA DE MENDIGO


Tenho que dar os parabéns ao estagiário que elaborou essa pesquisa, pois o resultado que ele conseguiu obter é a mais pura realidade..

Preste atenção...

Um sinal de trânsito muda de estado em média a cada 30 segundos (trinta segundos no vermelho e trinta no verde).

Então, a cada minuto um mendigo tem 30 segundos para faturar em media pelo menos R$ 0,20, o que numa hora dará: 60 x 0,20 = R$12,00.
Se ele trabalhar 8 horas por dia, 25 dias por mês, num mês terá faturado: 25 x 8 x 12 = R$ 2.400,00.

Será que isso é uma conta maluca? Bom, 12 reais por hora é uma conta bastante razoável para quem está no sinal, uma vez que, quem doa nunca dá somente 20 centavos e sim 30, 50 e às vezes até 1,00.

Mas, tudo bem, se ele faturar a metade: R$ 6,00 por hora terá R$1.200,00 no final do mês. Ainda assim, quando ele consegue uma moeda de R$1,00 (o que não é raro), ele pode descansar tranqüilo debaixo de uma árvore por mais 9 viradas do sinal de trânsito, sem nenhum chefe pra 'encher o saco' por causa disto.

Mas considerando que é apenas teoria, vamos ao mundo real. De posse destes dados fui entrevistar uma mulher que pede esmolas, e que sempre vejo trocar seus rendimentos na Panetiere (padaria em frente ao CEFET ).

Então lhe perguntei quanto ela faturava por dia. Imagine o que ela respondeu? É isso mesmo, de 45 a 55 reais em média o que dá (25 dias por mês) x 45 = 1.125 ou 25 x 55 = 1375, então na média R$ 1.100,00 e ela disse que não mendiga 8 horas por dia.

Moral da História : É melhor ser mendigo do que estagiário (e muito menos PROFESSOR), e pelo visto, ser estagiário e professor, é pior que ser Mendigo... Se esforce como mendigo e ganhe mais do que um estagiário ou um professor.

Estude a vida toda e peça esmolas; é mais fácil e melhor que arrumar emprego.

E lembre-se :

Mendigo não paga 1/3 do que ganha pra sustentar um bando de ladrões.

Viva a Matemática.

Que país é esse?

A cada ano vemos a repetição de tragédias por causa da chuva

por Alexandre Garcia
Faz 40 anos que trabalho na reportagem diária e a cada ano assisto a repetição dessas tragédias que são provocadas pelas chuvas de verão na região Sudeste. As consequências também se repetem. São dezenas de mortos a cada ano.
Se repete o diagnóstico: uma camada instável de terra que está sobre uma encosta de rochas, a terra fica encharcada e desliza sobre casas e prédios que não deveriam estar ali. Neste ano, como nos outros, as autoridades voltam a falar em interditar as áreas de risco para impedir construções. Em geral, reforçam essa intenção com o termo “definitivamente”.
Mas nem as autoridades, nem as pessoas encaram essas intenções como definitivas. Aí vem o carnaval, passa o carnaval, fazem algumas obras de contenção e as intenções deslizam e já todos começam a se preparar para a tragédia do próximo verão.
Ouvimos o geólogo dizer que as estradas foram abertas sem os conhecimentos da atualidade. Hoje há levantamentos geológicos, há mapas. Mas talvez a beleza da região seja mais forte na atração das pessoas.
O que é preciso é que os legisladores municipais façam leis mais rígidas, olhando menos para o dinheiro dos alvarás e mais para a vida das pessoas. Não basta fazer as leis. É preciso que também fiscalizem para impedir as construções e impedir tragédias como a que estamos noticiando hoje.

sexta-feira, janeiro 01, 2010

Vannuchi diz que Comissão da Verdade não é ato contra as Forças Armadas


Edição de um decreto que cria comissão gerou crise entre ministros. Secretário de Direitos Humanos defendeu punição para torturadores.

Lula deve rever decreto que fez cúpula das Forças Armadas ameaçar demissão
‘Não há controvérsia insanável’ entre Jobim e Vannuchi, diz Tarso Genro
O secretário de Direitos Humanos, Paulo Vannuchi, disse nesta sexta-feira (1º) que o decreto presidencial que criou a Comissão Nacional da Verdade não é contra os militares nem pretende alterar ou anular a Lei de Anistia, que extinguiu crimes políticos praticados durante o regime militar.

A publicação, na semana passada, do decreto que cria a comissão abriu uma crise militar e levou o ministro da Defesa, Nelson Jobim, e os comandantes das Forças Armadas a entregar um pedido de demissão ao presidente Luiz Inácio Lula da Silva.

Em entrevista à Agência Brasil, o secretário afirmou que país deve ter orgulho das Forças Armadas. No entando, ele defendeu a punição para torturadores e estupradores que cometeram crimes durante a ditadura. Segundo Vannuchi, o presidente Lula resolverá o impasse. Os comandantes militares reclamam porque, segundo eles, o decreto excluiu de novas investigações os crimes cometidos pelos militantes de esquerda.
Crise
A controvérsia teve origem com a publicação no Diário Oficial da União, no dia 22, de um decreto que propõe a criação da Comissão Nacional da Verdade, que investigaria violações aos direitos humanos durante a ditadura militar.

O documento sugere ainda a revogação de leis do período que vai de 1964 a 1985 que sejam contrárias aos direitos humanos ou que tenham dado sustentação a graves violações. Tudo depende de aprovação no Congresso Nacional.

Veja o site do Jornal Nacional

Os comandantes militares e o ministro da Defesa, Nelson Jobim, consideram que o artigo do decreto que possibilita a revogação de leis editadas durante a ditadura abre a possibilidade de revisão da Lei de Anistia, de 1979. A lei perdoou todos os que cometeram crimes praticados por motivação política durante o regime militar. A legislação valeu para agendes da repressão e militantes de esquerda. Jobim e os comandantes militares criticaram o decreto por não incluir a investigação de excessos praticados por grupos da esquerda armada. Eles apresentaram carta de demissão coletiva ao presidente lula. O presidente disse que assinou o documento em meio aos debates da conferência do clima, em Copenhague e não percebeu a omissão quanto aos grupos de esquerda. Ele também prometeu rever o decreto.

Lula cobrou explicações do ministro da Justiça, Tarso Genro, e de Vannuchi.

Na terça-feira (29), Tarso minimizou a crise.

“Não há nenhum tipo de pedido de demissão e nenhuma controvérsia insanável entre ministério da defesa e secretaria de direitos humanos”, disse após sair de uma reunião com Lula.

COMENTÁRIO:

EU TENHO FÉ EM DEUS QUE ANTES DA MINHA MORTE, VEREI OS MILITARES TOMAREM CONTA DO NOSSO PAÍS COMO ANTES. QUANDO NOSSO PAÍS FOI GOVERNADO PELOS MILITARES, NÃO HAVIA ESSA SAFADESA QUE HÁ HOJE ENVOLVENDO POLÍTICOS E FALTA DE RESPEITO CONTRA OS CIDADÃOS HONESTOS E TRABALHADORES DO NOSSO BRASIL. PRÁ QUEM NÃO SABE OU INSISTE EM DIZER QUE NO BRASIL TIVEMOS DITADURA MILITAR É UM EQUÍVOCO MUITO GRANDE. NO BRASIL HOUVE UM GOVERNO DE REGIME MILITAR, ONDE TODOS OS BRASILEIROS NUNCA FORAM CERCEADO SEU DIREITO DE IR E VIR. DITADURA É PRATICADA NOS PAÍSES COMUNISTAS ONDE PARA UM CIDADÃO SAIR DO MESMO, PRECISA DA AUTORIZAÇÃO DO PRESIDENTE. NÓS ÉRAMOS FELIZES E NÃO SABÍAMOS, PORQUE DEPOIS QUE O BRASIL VOLTOU A SER GOVERNADO PELO CIVÍL, A FALTA DE RESPEITO E A FALTA DE SEGURANÇA SE TORNOU O GRANDE FLAGELO DA NOSSA NAÇÃO.

POR ISSO EU DIGO: VIVA O REGIME MILITAR!

Valter Desiderio Barreto.