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Aproveitamento do caroço de açaí

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segunda-feira, maio 30, 2011

Prêmio Sebrae de Jornalismo: reportagens do programa “É do Pará” e da Rádio O Liberal CBN vencem

EQUIPE DO "É DO PARÁ" DA TV LIBERAL

EXPOSIÇÃO DE PRODUTOS DE GRÃOS DE AÇAÍ NA UEPA

Dois veículos das ORM (Organizações Rômulo Maiorana) foram os grandes vencedores da etapa regional do Prêmio Sebrae de Jornalismo.

O programa ‘É do Pará’, da TV Liberal venceu com a reportagem ‘Ateliê do Açaí’ e os repórteres Celso Freire e José Luis Silva, da Rádio O liberal CBN, também venceram na categoria radiojornalismo, com a reportagem ‘Microempresários do Artesanato’.

Em sua terceira edição, o prêmio Sebrae de Jornalismo é promovido pelo Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas e tem o objetivo de estimular e valorizar a produção de trabalhos jornalísticos veiculados na imprensa nacional relativos ao desenvolvimento das micro e pequenas empresas no Brasil.

É do Pará - A reportagem que rendeu o prêmio ao programa foi a ‘Ateliê do Açaí’. Veiculada em 16 de outubro de 2010, conta a história de um casal (Valter Desiderio Barreto e Gina Miuki Mikawa) do município de Vigia de Nazaré, município localizado no nordeste do Pará, que recolhe e reaproveita caroços de açaí que seriam despejados no lixo, para produzir móveis, utensílios decorativos entre outros.

Para Arcângela Sena, editora do Programa, vencer a etapa regional é importante. ‘É gratificante conquistar essa premiação porque confirma a idéia que temos no programa, que é fazer o paraense sentir orgulho da terra, ajudando no crescimento do Estado e do país, mostrar que pequenas idéias podem render frutos grandiosos’, comemora.

Rádio O Liberal CBN - Os outros vencedores da noite, os repórteres Celso Freire e José Luis Silva, ganharam com a série ‘Microempresários do Artesanato’, que teve como objetivo valorizar a profissão de artesão e mostrar os problemas que a categoria vem passando para manter seu trabalho: filhos de artesãos que não querem continuar o trabalho e a escassez da argila, matéria prima utilizada para a fabricação dos utensílios.

No dia 1º de junho, Arcângela e Celso participam, em Brasília, da etapa que poderá premiar os dois veículos com o título de melhor reportagem do país sobre o desenvolvimento das micro e pequenas empresas no Brasil.

sexta-feira, maio 06, 2011

Supremo reconhece união estável de homossexuais

Casais gays podem ter assegurados direitos, como pensão e herança.
Em decisão unânime, ministros do STF defenderam os direitos de gays.


Os ministros Ayres Britto, relator das ações sobre união homossexual, e Ricardo Lewandowski durante julgamento no Supremo

O Supremo Tribunal Federal (STF) reconheceu, por unanimidade, nesta quinta-feira (5) a união estável entre casais do mesmo sexo como entidade familiar. Na prática, as regras que valem para relações estáveis entre homens e mulheres serão aplicadas aos casais gays. Com a mudança, o Supremo cria um precedente que pode ser seguido pelas outras instâncias da Justiça e pela administração pública.

O presidente do Supremo, ministro Cezar Peluso, concluiu a votação pedindo ao Congresso Nacional que regulamente as consequência da decisão do STF por meio de uma lei. “O Poder Legislativo, a partir de hoje, tem que se expor e regulamentar as situações em que a aplicação da decisão da Corte seja justificada. Há, portanto, uma convocação que a decisão da Corte implica em relação ao Poder Legislativo para que assuma essa tarefa para a qual parece que até agora não se sentiu muito propensa a exercer”, afirmou Peluso.
saiba mais

* Maioria dos ministros do STF reconhece união homossexual
* Censo 2010 contabiliza mais de 60 mil casais homossexuais

De acordo com o Censo Demográfico 2010, o país tem mais de 60 mil casais homossexuais, que podem ter assegurados direitos como herança, comunhão parcial de bens, pensão alimentícia e previdenciária, licença médica, inclusão do companheiro como dependente em planos de saúde, entre outros benefícios.

Em mais de dez horas de sessão, os ministros se revezaram na defesa do direito dos homossexuais à igualdade no tratamento dado pelo estado aos seus relacionamentos afetivos. O julgamento foi iniciado nesta quarta-feira (4) para analisar duas ações sobre o tema propostas pela Procuradoria-Geral da República e pelo governo do estado do Rio de Janeiro.

Em seu voto, o ministro Ayres Britto, relator do caso, foi além dos pedidos feitos nas ações que pretendiam reconhecer a união estável homoafetiva. Baseada nesse voto, a decisão do Supremo sobre o reconhecimento da relação entre pessoas do mesmo sexo pode viabilizar inclusive o casamento civil entre gays, que é direito garantido a casais em união estável.

A diferença é que a união estável acontece sem formalidades, de forma natural, a partir da convivência do casal, e o casamento civil é um contrato jurídico formal estabelecido entre suas pessoas.

A lei, que estabelece normas para as uniões estáveis entre homens e mulheres, destaca entre os direitos e deveres do casal o respeito e a consideração mútuos, além da assistência moral e material recíproca.

Efeitos da decisão
A extensão dos efeitos da união estável aos casais gays, no entanto, não foi delimitada pelo tribunal. Durante o julgamento, o ministro Ricardo Lewandowski foi o único a fazer uma ressalva, ao afirmar que os direitos da união estável entre homem e mulher não devem ser os mesmos destinados aos homoafetivos. Um exemplo é o casamento civil.

“Entendo que uniões de pessoas do mesmo sexo, que se projetam no tempo e ostentam a marca da publicidade, devem ser reconhecidas pelo direito, pois dos fatos nasce o direito. Creio que se está diante de outra unidade familiar distinta das que caracterizam uniões estáveis heterossexuais”, disse Lewandowski.

“Não temos a capacidade de prever todas as relações concretas que demandam a aplicabilidade da nossa decisão. Vamos deixar isso para o caso a caso, nas instâncias comuns. A nossa decisão vale por si, sem precisar de legislação ou de adendos. Mas isso não é um fechar de portas para o Poder Legislativo, que é livre para dispor sobre tudo isso”, afirmou o relator do caso, ministro Ayres Britto.

"Esse julgamento marcará a vida deste país e imprimirá novos rumos à causa da homossexualidade. O julgamento de hoje representa um marco histórico na caminhada da comunidade homossexual. Eu diria um ponto de partida para outras conquistas", afirmou o ministro Celso de Mello.
Ministros do Supremo durante sessão sobre união entre homossexuais (Foto: Carlos Alberto / Imprensa STF)Ministros do Supremo durante sessão sobre união
entre homossexuais (Foto: Carlos Alberto /
Imprensa STF)

Julgamento
No primeiro dia de sessão, nove advogados de entidades participaram do julgamento. Sete delas defenderam o reconhecimento da união estável entre gays e outras duas argumentaram contra a legitimação.

A sessão foi retomada, nesta quinta, com o voto do ministro Luiz Fux. Para ele, não há razões que permitam impedir a união entre pessoas do mesmo sexo. Ele argumentou que a união estável foi criada para reconhecer “famílias espontâneas”, independente da necessidade de aprovação por um juiz ou padre.

“Onde há sociedade há o direito. Se a sociedade evolui, o direito evolui. Os homoafetivos vieram aqui pleitear uma equiparação, que fossem reconhecidos à luz da comunhão que tem e acima de tudo porque querem erigir um projeto de vida. A Suprema Corte concederá aos homoafetivos mais que um projeto de vida, um projeto de felicidade”, afirmou Fux.

“Aqueles que fazem a opção pela união homoafetiva não podem ser desigualados da maioria. As escolhas pessoais livres e legítimas são plurais na sociedade e assim terão de ser entendidas como válidas. (...) O direito existe para a vida não é a vida que existe para o direito. Contra todas as formas de preconceitos há a Constituição Federal”, afirmou a ministra Cármen Lúcia.

Preconceito
O repúdio ao preconceito e os argumentos de direito à igualdade, do princípio da dignidade humana e da garantia de liberdade fizeram parte das falas de todos os ministros do STF.

“O reconhecimento hoje pelo tribunal desses direitos responde a grupo de pessoas que durante longo tempo foram humilhadas, cujos direitos foram ignorados, cuja dignidade foi ofendida, cuja identidade foi denegada e cuja liberdade foi oprimida. As sociedades se aperfeiçoam através de inúmeros mecanismos e um deles é a atuação do Poder Judiciário”, disse a ministra Ellen Gracie.

“Estamos aqui diante de uma situação de descompasso em que o Direito não foi capaz de acompanhar as profundas mudanças sociais. Essas uniões sempre existiram e sempre existirão. O que muda é a forma como as sociedades as enxergam e vão enxergar em cada parte do mundo. Houve uma significativa mudança de paradigmas nas últimas duas décadas”, ponderou Joaquim Barbosa.

O ministro Gilmar Mendes ponderou, no entanto, que não caberia, neste momento, delimitar os direitos que seriam consequências de reconhecer a união estável entre pessoas do mesmo sexo. “As escolhas aqui são de fato dramáticas, difíceis. Me limito a reconhecer a existência dessa união, sem me pronunciar sobre outros desdobramentos”, afirmou.

Para Mendes, não reconhecer o direitos dos casais homossexuais estimula a discriminação. “O limbo jurídico inequivocamente contribui para que haja um quadro de maior discriminação, talvez contribua até mesmo para as práticas violentas de que temos noticia. É dever do estado de proteção e é dever da Corte Constitucional dar essa proteção se, de alguma forma, ela não foi engendrada ou concedida pelo órgão competente”, ponderou.

Duas ações
O plenário do STF concedeu, nesta quinta, pedidos feitos em duas ações propostas pela Procuradoria-Geral da República (PGR) e pelo governo do estado do Rio de Janeiro.

A primeira, de caráter mais amplo, pediu o reconhecimento dos direitos civis de pessoas do mesmo sexo. Na segunda, o governo do Rio queria que o regime jurídico das uniões estáveis fosse aplicado aos casais homossexuais, para que servidores do governo estadual tivessem assegurados benefícios, como previdência e auxílio saúde.

O ministro Dias Toffoli não participou do julgamento das ações. Ele se declarou impedido de votar porque, quando era advogado-geral da União, se manifestou publicamente sobre o tema.

COMENTÁRIO:

COMO CONHECEDOR DA PALAVRA DE DEUS QUE SOU, NÃO ME SURPREENDO A ATITUDE DO SUPREMO TRIBUNAL FEDERAL NA APROVAÇÃO DA UNIÃO ESTÁVEL ENTRE HOMOSSEXUAIS.

A BÍBLIA NOS MOSTRA DIVERSOS EXEMPLOS DE AUTORIDADES QUE NÃO TEMEM A DEUS E FAZEM QUESTÃO DE DESRESPITAREM SEUS MANDAMENTOS, CRIAREM LEIS ABOMINÁVEIS AOS OLHOS DE DEUS COMO ESTA QUE ACABAMOS DE VER.

QUEM É TEMENTE A DEUS E LUTA PARA OBEDECER SEUS ENSINOS, NÃO SE DOBRAM E NEM RESPEITAM TAIS LEIS COMO VEMOS NO LIVRO DE ESTER, CAPÍTULO 3, VERSO 8.


" EXISTE ESPALHADO, DISPERSO ENTRE OS POVOS EM TODAS AS PROVÍNCIAS DO TEU REINO, UM POVO CUJAS LEIS SÃO DIFERENTES DAS LEIS DE TODOS OS POVOS E QUE NÃO CUMPRE AS DO REI; PELO QUE NÃO CONVÉM AO REI TOLERÁ-LO".

NÃO NOS DEIXA DÚVIDAS QUE LEIS CRIADAS POR HOMENS ÍMPIOS QUE NÃO TÊM O TEMOR DE DEUS, NÃO DEVEM SER OBEDECIDA E TÃO POUCO SEREM RESPEITADAS PELOS VERDADEIROS SERVOS DO SENHOR NOSSO DEUS E DISCÍPULOS DE CRISTO, COMO A LEI DO CASAMENTO NO CIVIL QUE FOI CRIADA E ESTABELECIDA PELO VATICANO E SANCIONADA PELAS AUTORIDADES GOVERNAMENTAIS DAS DIVERSAS NAÇÕES QUE NÃO TEM NENHUM COMPROMISSO COM O DEUS QUE CRIOU O CÉU E A TERRA.

LEIAM ROMANOS CAPITULO 1, VERSOS 23 A 27. E PRIMEIRO CORÍNTIOS, CAPÍTULO 6, VERSOS 9 E 10. LEIAM TAMBÉM NO LIVRO DE LEVÍTICO CAPÍTULO 18, VERSO 22. E O CAPÍTULO 19, VERSO 13.

PORTANTO, É MELHOR OBEDECER A DEUS DO QUE AOS HOMENS.

OS VERDADEIROS CRENTES EM JESUS CRISTO NÃO ACEITAM A SUBMISSÃO DO TAL DO CASAMENTO CIVIL PORQUE NÃO TEM NENHUMA BASE BÍBLICA.

Valter Desiderio Barreto - Escritor, Teólogo, Ex-professor de Psicologia, Filosofia e Sociologia, Jornalista e Servo do Senhor Altíssimo.

MEU E-MAIL: valterbt@gmail.com

quarta-feira, maio 04, 2011

EMPRESA DE MINERAÇÃO CANADENSE COLOSSUS ABORTA PROJETO SOCIAL EM SERRA PELADA

Depois de ter recebido uma proposta da empresa canadense de mineração Colossus, que em parceria com a Coomigasp de Serra Pelada, no Pará, para ministrar um curso de capacitação em confecção de artefatos de grãos de açaí, através de sua assessora para Assuntos Institucionais Camilla Fernandes, para contemplar pessoas daquele distrito pertencente ao municipio de Curionópolis, que vive fora do mercado de trabalho e renda.


O Artesão Valter Barreto que hoje é referência mundial no aproveitamento de caroços de açaí confeccionando artefatos de grãos de açaí como cadeiras, mesas, armários, tapetes, jarros e diversos produtos utilitários, é surpreendido com a mudança de diretoria da empresa após a ida do ministro das Minas e Energia Edson Lobão no último dia 27 março do ano em curso a Serra Pelada, participar da primeira vistoria no contrato de exploração do ouro feita pela referida empresa canadense junto a Cooperativa de Garimpeiros de Serra Pelada, com a interrupção da parceria que estava sendo negociada entre o artesão e a Colossus.


E o mais desagradável dessa história, é que além do artesão ter tomado considerável prejuízo financeiro para atender o chamado da empresa através de sua assessoria, para participar de um evento no dia 22 de fevereiro envolvendo o Sebrae e representante da Fiepa, com o objetivo do artesão Valter ser apresentado aos participantes do evento e consolidar a parceria, até o momento, o mesmo não recebeu nenhum comunicado da atual diretoria da

mineradora canadense que se diz preocupada com os problemas sociais de Serra Pelada e age dessa forma. Abaixo cópia de algumas mensagens trocadas com o artesão Valter e a Coordenadora de Assuntos Sociais da empresa Colossus Camilla Fernandes.

Bom dia Valter

Mais uma vez, obrigada pela sua ida a Serra Pelada.

Vou tentar ser o mais ágil, obedecendo as limitações hierárquicas da empresa, para que a oficina seja oferecida o quanto antes.

Abraços,

Camilla Fernandes

Coordenadora de Relações Institucionais

Colossus Mineração Ltda

+ 55 (31) 3223-8825

+ 55 (31) 9680-5880


Valter,

Qual a duração em horas desse oficina e quantas pessoas podem participar?

Camilla Fernandes

Coordenadora de Relações Institucionais

Colossus Mineração Ltda

+ 55 (31) 3223-8825

+ 55 (31) 9680-5880


Valter,

Eu não sei as especificidades dessa oficina, mas será que não conseguimos distribuir essas 40h em duas semanas?

Grande abraço.

Camilla


Valter,

Não deixe de vir! Quem sabe essa seja a oportunidade para você identificar esse grupo. Acredito que a Iraídes pode te ajudar muito nesse sentido.

O evento acontecerá das 15h às 17h do dia 22. Você vir até a empresa que eu passo um tempo maior com você e almoçamos juntos.

Vou tentar te ajudar conseguindo um lugar para hospedagem, pode ser?

Camilla Fernandes

Coordenadora de Relações Institucionais

Colossus Mineração Ltda

+ 55 (31) 3223-8825

+ 55 (31) 9680-5880