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Aproveitamento do caroço de açaí

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terça-feira, agosto 30, 2011

Blog do Valter disse...

Blogger

Boa noite Jornalista Waldir Silva!

É uma imoralidade nacional essa realidade vivida aqui em Parauapebas publicada na IN-Revista, falando da festa que os que se dizem representantes do povo fazem com o nosso dinheiro! Enquanto a maioria da população de Parauapebas não ganham se quer, o suficiente para garantir no mínimo uma refeição por dia, esses "Parasitas do Poder Legislativo" esnobam com seus altos salários de Marajás. Agora eu pergunto: Onde está o Ministério Público Estadual e Federal que não procura apurar esse abuso com nosso dinheiro? A gente vê todo dia na grande mídia, a Polícia Federal prendendo Prefeitos, Vereadores e outros tipos de "Bandidos legalizados" do Poder Público Brasileiro, e até agora a gente não viu a "Tropa de Elite" se voltar para Parauapebas para fazer uma devassa nas contas do Poder Legislativo Municipal e no Poder Executivo desde que os mesmos foram instituídos no nosso município, que com certeza iria encontrar muita mutreta escondida debaixo do "tapete" desses dois PODERES, que invejaria até o lendário Al Capone.
Apelo para a população de Parauapebas ficar atenta para a próxima eleição municipal que está as portas. Cuidado com as falsas promessas daqueles que já conhecemos sua atuação tanto no Poder Executivo, como no Legislativo.


sábado, agosto 27, 2011

NOSSO BLOG RECEBE COMENTÁRIOS SOBRE TÍTULO INDEVIDO DE "DOUTOR".

caro amigo.
Essa idéia de advogado ser doutor, é um equivoco que a história recente desse país não apagou.

Estudar todos estudamos,ter caráter todos temos.
Essa diferença é inutil e preconceituosa.
advogado é bacharel e só.
Doutor é pra quem faz doutorado.


Concordo em genero e número com Rany Ferreira. Doutor é quem tem doutorado, com tese defendida (com todo o rigor do método científico) frente a uma banca de 5 doutores e homologado pelo Reitor de Universidade reconhecida.

Esse título gera um documento (diploma) que vem inscrito "DOUTOR EM..." e dá o direito ao outorgado de usar o título em qualquer parte do mundo.

O diploma de Bacharel não tem isso nem dá direito do título de doutor. Ademais, tese de doutorado não é "tese" jurídica (processo) defendida em tribunal e nem o juiz tem legalidade de outorgar o título de doutor a um advogado. Juiz, promotor e delegado de polícia, sem doutorado, também não é doutor.

Advogado é um bacharel aqui ou na Conchichina, e só. Em paises do 1º Mundo, advogado sem doutorado é chamado simplesmente de advogado e mais nada. Somente em países como o Brasil, do 3º Mundo, cujo povo não tem cultura é que advogado recebe essa denominação.

E não venham invocar leis e decretos do tempo da Colonia ou do Império. Com o advento da República essas leis e decretos caducaram. Não existe DOUTOR por tradição ou excelência. Isso é coisa anacrônica. Aliás, é crime de falsidade ideológica. O resto, é ignorância, boçalidade, arrogância.

Tem muito advogado que com sabedoria e humildade entendem isso e não usam o titulo indevidamente. Aos outros, isso cheira incompetencia, ou no mínimo intolerância.

O caminho legal e correto é entrar num exame de pós-graduação de mestrado e chegar ao doutorado, sem querer entrar pela porta dos fundos, mas pela escadaria principal, para usar o título. Só quem isso exige muiiiiittttooo estudo.
Fadel David Antônio Tuma Filho.

COMENTÁRIO:

E essa regra acima mencionada pelos comentarista serve para todas as áreas profissionais, só é DOUTOR, quem se submete ao curso de DOUTORADO, e para fazer DOUTORADO, terá que fazer ainda o MESTRADO. Fora desses critérios, quem ostenta o título de DOUTOR indevidamente, está praticando o CRIME DE FALSIDADE IDEOLÓGICA. Com a palavra nossos Juristas e autoridades do Poder Judiciário.

Valter Desiderio Barreto - Escritor e Jornalista.

quinta-feira, agosto 25, 2011

Câmara de Parauapebas é mais cara do país, diz IN-Revista


Presidente da Câmara Euzébio, um dos beneficiados

Baseada em orçamento anual de R$ 19 milhões, com um quadro de 11 vereadores, a IN-Revista (edição do mês de julho) denuncia que a Câmara Municipal de Parauapebas tem os vereadores mais caros do Brasil.

Segundo a revista, o Poder Legislativo parauapebense possui em seus quadros 529 servidores contratados sem concurso público, o que dá uma média de 48 funcionários para cada vereador, número considerado muito grande se comparado com outros parlamentos.

A revista levanta que a Câmara Municipal de Parauapebas possui mais servidores do que os ministérios de Esportes, que conta com 348 funcionários, e do Turismo, que tem em seus quadros 450 servidores públicos.

De acordo com levantamento feito pela ONG Contas Abertas, o custo mensal de cada parlamentar na Câmara dos Deputados, em Brasília, chega a R$ 114 mil, inclusos aí o salário, despesas com viagens e outros auxílios. Em Parauapebas, conforme denuncia a IN-Revista, cada vereador custa aos cofres da Câmara Municipal mais de R$ 116 mil por mês.

REPERCUSSÃO
Tão logo a revista circulou, a repercussão foi grande entre os moradores da cidade, uma vez que a relação custo benefício é bastante questionada pela população. Entre muitas pessoas, os vereadores não são vistos como exemplo de trabalho e combate às verdadeiras mazelas sociais.

“É um absurdo o que acontece aqui. Você não vê um questionamento, uma crítica à prefeitura. Parece que está todo mundo no mesmo grupo. Tem bairro aqui em que você não consegue nem andar, que nunca viu presença de autoridade”, queixa-se o pedreiro Antônio Araújo Neto, após ler a reportagem sobre a Câmara.

Outra pessoa que se mostrou indignada foi a balconista Silvia Ribeiro Lima: “Realmente revoltante. Eu com o meu salário mínimo e esse povo torrando o nosso dinheiro. Fico muito triste com esse tipo de coisa, por isso já nem ando naquela Câmara”.

NEGATIVA
Procurado para se reportar sobre as denúncias, o presidente da Câmara Municipal de Parauapebas, vereador Euzébio Rodrigues dos Santos (PT), negou à reportagem do CORREIO DO TOCANTINS que o Poder Legislativo local seja o mais caro do Brasil.

Dizendo que até a última sexta-feira (19) ainda não havia tomado conhecimento do teor da matéria veiculada na revista, Euzébio Rodrigues desmente que a Câmara de Vereadores tenha hoje em seus quadros a quantidade de 529 servidores contratados.

Perguntado sobre o número exato de funcionários que a Câmara possui hoje, o presidente do Legislativo respondeu que não tinha essa informação “na cabeça”, mas acreditava que a quantidade de servidores públicos poderia chegar a trezentos.

Questionado sobre a visível falta desses funcionários em seus postos de serviços, nos gabinetes dos vereadores, Euzébio Rodrigues respondeu que “muitos servidores” da Câmara Municipal estão cedidos para órgãos do estado, como Fórum de Justiça, Delegacia de Polícia, Detran e outras repartições públicas.

Com relação à informação de que este ano a Câmara conta com orçamento de R$ 19 milhões, o presidente da Câmara de Vereadores confirma estes valores, com uma ressalva: “Na verdade, o duodécimo da Câmara este ano é de R$ 16 milhões, mais R$ 3 milhões que entraram como emenda exclusiva para construção do prédio próprio do Poder Legislativo, chegando aos R$ 19 milhões”, explica o vereador.

Euzébio Rodrigues garante que todas as despesas ordenadas pela presidência da Casa de Leis são postadas, para qualquer pessoa verificar na internet, no Portal da Transparência, segundo ele, lincado no site da Prefeitura de Parauapebas (www.parauapebas.pa.gov.br), com cópia enviada para o Tribunal de Contas dos Municípios.

Brasil pode deixar de ser o país mais católico do mundo em 20 anos, aponta pesquisa da FGV


Agência Brasil

O Brasil pode deixar de ser o país mais católico do mundo nos próximos 20 anos, de acordo com o Novo Mapa das Religiões, divulgado pela Fundação Getulio Vargas (FGV), no Rio de Janeiro. “É um ritmo forte de transformação. As mudanças que aconteceram em 100 anos agora estão acontecendo em dez [anos]. Se continuar essa perda de 1 ponto de porcentagem [de católicos] por ano, em 20 anos você teria menos de metade da população”, calcula Marcelo Neri, coordenador do levantamento.

A pesquisa mostra que atualmente o percentual de mulheres católicas (71,3%) é menor do que o de homens (75,3%). “Acima de tudo, acho que seja a chamada revolução feminina. Poucas coisas mudaram mais no cotidiano das pessoas do que questões como trabalho e anticoncepção entre as mulheres. O fato é que, embora as mulheres sejam bem mais religiosas do que os homens, elas são menos católicas, talvez por uma questão de afinidade”, disse Neri.

O Novo Mapa das Religiões revela que o sexo feminino representa a maioria entre adeptos de 23 das 25 religiões listadas como as mais populares pela pesquisa, como a católica, a evangélica pentecostal, a evangélica tradicional, a espírita kardecista, a luterana e a umbanda. Segundo o documento, enquanto os homens abandonaram crenças, elas mudaram de religião. “O catolicismo, o candomblé e o budismo são religiões masculinas. Todas as outras são basicamente femininas”, acrescentou o coordenador.

A pesquisa da FGV mostra que o Brasil vai de encontro à tese do sociólogo alemão Max Weber que associa a situação econômica à opção religiosa. “O Brasil talvez seja o grande contraexemplo dessa tese. Os países mais tradicionais europeus estão passando por grande dificuldade econômica e todos os maiores são essencialmente católicos. Já entre o Brics [Brasil, Índia, Rússia, China e África do Sul], o Brasil é o maior [em relação à economia e a adesão ao catolicismo]”, avaliou Marcelo Neri.

Outro dado do levantamento é que a taxa de catolicismo no Nordeste é a mais alta do Brasil (74%) e no Sudeste é a mais baixa (64%). “No entanto, no Nordeste [a taxa] tem crescido em velocidade 2,5 vezes maior do que no Sudeste”, ressaltou o coordenador da pesquisa.

Entre os estados, o Piauí é o que concentra o maior número de católicos. Na outra ponta, está Roraima, com a menor população adepta ao catolicismo e que também apresenta a menor religiosidade.

O catolicismo está mais presente entre os mais ricos, da classe AB (69,07%), e entre os mais pobres, da classe E (72,76%). Entre as outras religiões, os evangélicos tradicionais estão concentrados, principalmente, nas classes AB (8,35%) e C (8,72%), reduzindo a participação nas camadas mais baixas, chegando a representar 4,69% da classe E. Seitas espíritas e espiritualistas representam 5,52% da população na classe AB. Entre as faixas de renda, a classe E foi a que se mostrou como a menos religiosa de todas (7,72% não têm religião).

“Religiões orientais e afro-brasileiras estão mais presentes no topo [considerando a renda]. Quanto mais a renda aumenta, existe mais diversidade religiosa. Nos últimos anos no Brasil, houve uma queda acelerada do catolicismo, mas não em direção aos evangélicos pentecostais, como nas chamadas décadas perdidas, e mais em direção aos evangélicos tradicionais e todas as religiões alternativas ao catolicismo e aos grupos evangélicos”, destacou Marcelo Neri.

Edição: Juliana Andrade

CUTIA PRESTES A FECHAR PARCERIA COOMIC PARTICIPA DE REUNIÃO DOS LIDERES GARIMPEIROS DO DISTRITO MINERAL DE SERRA PELADA

Raimundinho, Artur e Gesse Simão

Raimundo Lopes recepcionando o prefeito Chamonzinho.

Todas as lideranças garimpeiras

Prestes a firmar parceria com a iniciativa privada para pesquisa e exploração dos minerais existentes no antigo garimpo, a Cooperativa Mista do Garimpo da Cutia – Coomic está participando ativamente de ações que venham atender aos interesses das mais de 80 famílias residentes na localidade. Na última quinta-feira (18) o presidente da entidade, Raimundo Lopes participou de uma importante reunião que agregou as oito cooperativas do distrito mineral de Serra Pelada, oportunidade em que foram discutidos temas sobre moradia popular.

No ano passado uma equipe da Companhia de Habitação do Pará - COHAB visitou a vila de Cutionópolis onde realizou levantamento sócio-econômico das famílias da localidade. O estudo visa identificar as condições de moradia para que sejam feitos projetos de construção de residências através de programas do Governo do Estado por meio da COHAB e Prefeitura de Curionópolis.

Naquela oportunidade, o coordenador da pesquisa, engenheiro civil Antonio Artur Farias afirmou que “a avaliação no geral é extremamente positiva, os moradores entenderam a importância desse trabalho. Posso afirmar que o nosso trabalho foi um verdadeiro sucesso”, avaliou.

O encontro das lideranças garimpeiras contou com a presença do prefeito de Curionópolis, Wenderson Chamon, a vice, Iraides Campos e o subprefeito do Distrito de Serra Pelada, Telmo Souza.

Artur Farias, que nessa feita não veio ao município como membro da COHAB, mas como técnico, apresentou uma proposta de agregar as cooperativas em uma única entidade que irá defender os interesses socioeconômicos dos moradores da região mineral: “A idéia no geral é elaborar propostas de políticas públicas as autoridades competentes e com isso esperar que essas políticas sejam implementadas na região beneficiando assim uma comunidade que esperar por ações desta natureza ha mais de 30 anos”, disse Artur.

Raimundo Lopes presidente da Coomic participou da reunião com demais lideres garimpeiros e ficou muito satisfeito com a iniciativa: “É importante que haja essa união entre nós líderes, uma vez que o interesse geral é ver o desenvolvimento e melhoria na qualidade de vida das comunidades”, frisou o presidente da Coomic.

O prefeito Chamonzinho declarou apoio a todo movimento que venha atender os anseios e bem comum do povo de Serra Pelada e Cutia e lembrou: “O projeto de mineração desenvolvido pela Coomigasp vem dando sua parcela de contribuição no bem estar da localidade e com nosso apoio outros poderão surgir. Unidos, poder publico, sociedade organizada e iniciativa privada, iremos sim, dar condições de vida melhor a nossa gente”.

Raimundo Lopes deve viajar até o começo de setembro para a China, onde se encontrará com o grupo Penxing para discutir uma possível parceria. “Se a proposta atender os interesses de nossa sociedade, é possível que façamos um contrato e que os chineses atuem em Cutionópolis”, finalizou Raimundo Lopes.

Agência Bateia

sexta-feira, agosto 19, 2011

Nota Oficial do Deputado João Salame sobre Serra Pelada

Deputado Estadual João Salame


Foi com surpresa que recebi a notícia que está circulando um panfleto no Sul do Pará convidando os garimpeiros de Serra Pelada, para, no dia 22, “interditar o garimpo”. O panfleto estaria assinado pelos senhores Luiz da Mata e João Amaro Lepos.

Num informativo da Agasp – Associação dos Garimpeiros de Serra Pelada, o referido panfleto é reproduzido e, em editorial, a entidade afirma que estou me unindo a baderneiros. Questiona também porque eu não assino a proposta de CPI para investigar os escândalos que ocorrem na Assembléia Legislativa do Estado. Diante desses fatos quero fazer os seguintes esclarecimentos:

01-Desautorizo qualquer entidade ou liderança, de oposição ou situação, a usar o meu nome no que se refere ao Garimpo de Serra Pelada;

02-Com todo respeito aos senhores Luiz da Mata, João Lepos, Jessé Freire, Tony Duarte e outras lideranças garimpeiras, não sou instrumento de nenhum deles;

03-Não tenho interesses econômicos, políticos ou profissionais envolvendo o Garimpo de Serra Pelada;

04-Faço parte de uma Comissão para ajudar o Garimpo de Serra Pelada a resolver seus problemas, de forma pacífica, a garantir os direitos da ampla maioria dos garimpeiros, muitas vezes manipulados por falsas lideranças;

05-Desautorizo qualquer convocação para interditar o Garimpo ou promover qualquer tipo de conflito. Nossa ida a Serra Pelada é para ouvir a Coomigasp, a Mineradora Colossus, os moradores de Serra Pelada, as entidades, o prefeito e vereadores do município, em busca de apoio ao garimpo e ajudar na busca de ações positivas do Governo do Estado para as demandas daquela sociedade;

06-Nosso objetivo não é afugentar investidores. Ao contrário. É fazer o garimpo produzir e garantir que os direitos da grande maioria dos garimpeiros sejam respeitados. Garantir que o lucro será distribuído para a grande massa de garimpeiros. Não para ser instrumento da disputa de grupos pelo comando do garimpo;

07-Temos mantido um diálogo respeitoso com a Coomigasp, com a Colossus, com as autoridades do município e com todas as entidades que nos procuram. Sem emitir nenhuma posição ou juízo de valor, pois não conhecemos a fundo os problemas do Garimpo, o que só irá ocorrer após nossa visita;

08-A propósito, quero informar que apenas 10 (dez) deputados assinaram a proposta de CPI para apurar os escândalos da Alepa e eu fui um dos primeiros a subscrever esse pedido, por entender que qualquer desvio de dinheiro público deve ser rigorosamente apurado;

09-Manteremos nossa visita a Serra Pelada, até porque o panfleto pode ter o objetivo de impedir nossa ida ao garimpo. Mas pra demonstrar que não somos instrumento de ninguém e para evitar tumultos, a data do dia 22 está suspensa. A nova data da visita da comissão de deputados será no dia 17 de Setembro e não será prorrogável. Vamos lá para ajudar o garimpo e os garimpeiros de Serra Pelada. Para que o empreendimento funcione em favor dos garimpeiros. Não para tumultuar.

10-Essa nova data foi definida em comum acordo com a Casa Militar do Governo do Estado. Estaremos acompanhados de um destacamento da Polícia Militar, para garantir que nenhum conflito ocorra e que a visita sirva para ajudar os garimpeiros de Serra Pelada a explorar a mina e ser beneficiados com o produto dessa exploração;

11-Por fim, daqui pra frente, como antes, nenhuma liderança ou entidade garimpeira, de oposição ou de situação, está autorizada a utilizar meu nome. Para nada.

Belém, 09 de Agosto de 2011.

Deputado João Salame – Líder do PPS

Investimentos socioambientais da Vale


19/8/2011

Rio de Janeiro, agosto de 2011 - O investimento da Vale na área socioambiental cresceu quase 400% nos últimos cinco anos. Entre 2005 e 2010, a Vale investiu mais de US$ 4 bilhões em ações socioambientais, como o desenvolvimento socioeconômico das comunidades onde atua, a tecnologia na busca por fontes de energia mais limpas, o reaproveitamento de água, a proteção da biodiversidade, o reflorestamento e a reabilitação de áreas degradadas.

Só em 2010, foram US$ 737 milhões na proteção e conservação ambiental e US$ 399 milhões em projetos sociais. Em 2011, a empresa vai investir quase US$ 1,2 bilhão, dos quais US$ 886 milhões na área de Meio Ambiente e US$ 308 milhões em projetos sociais. Entre as principais ações da empresa estão:

Água - A Vale aproveitou 79% da água utilizada em suas operações no mundo em 2010. Do total de 1,2 bilhão de litros necessários para as operações no ano passado, 998 milhões de litros foram abastecidas por água de reuso. Na Vale, a água é considerada um ativo de seus empreendimentos. Por esse motivo, foi realizado um diagnóstico em cinco áreas responsáveis por cerca de 40% da captação de água no Brasil - Parauapebas (PA), São Luís (MA) e Itabira, Mariana e Vargem Grande (MG) - e identificadas oportunidades para reduzir a captação de água e a utilização de alternativas como água da chuva e efluente.

Proteção - Além de desenvolver ações visando à sustentabilidade de suas operações, a Vale protege ou ajuda a proteger mais de 10 mil km2 de áreas naturais, reconhecendo a importância da biodiversidade como tema intrínseco ao seu negócio. Nesse sentido, a Vale realiza atividades voltadas à proteção de 25 áreas destinadas à conservação da biodiversidade, entre áreas próprias, arrendadas ou administradas por governos locais.

Estas áreas abrangem os biomas Amazônia (Pará e Maranhão), Mata Atlântica (Espírito Santo), áreas na transição entre a Mata Atlântica e o Cerrado (Minas Gerais), Florestas Boreais no Canadá, Wallacea na Indonésia e áreas na Nova Caledônia - todas consideradas áreas de alto valor para a conservação da biodiversidade.

A Reserva Natural Vale, em Linhares (ES), é uma das áreas protegidas. Lá foram catalogadas quase 3 mil espécies de plantas e centenas de espécies animais. Em Parauapebas (PA), a Vale conserva, em parceria com o governo federal, mais de 8 mil Km2 de floresta.

Em sua atuação, a Vale busca desenvolver projetos alinhados às questões de sustentabilidade propostas pelo Conselho Internacional de Mineração e Metais (ICMM), do qual é signatária desde 2006. A Vale também é membro do World Business Council for Sustainable Development (WBCSD), instituição fundada durante a Rio 92 para promover temas de sustentabilidade entre as empresas e garantir a elas um papel relevante nas discussões sobre o assunto.

Signatária do Pacto Global das Nações Unidas desde 2007, a Vale foi convidada pela ONU, em 2010, a integrar o Global Compact Lead. Das mais de 2 mil empresas que assinaram o Pacto, apenas 56 foram convidadas a participar deste seleto grupo de líderes mundiais em questões de sustentabilidade. No Brasil, somente a Vale e a Natura fazem parte deste grupo.

Mudanças climáticas e carbono - A Vale pauta toda a sua atuação no compromisso pelo desenvolvimento de uma economia de baixo carbono. Atualmente é a única empresa da América Latina no CDLI - Índice de Liderança do Carbon Disclosure Project (CDP), que identifica empresas líderes no mundo no gerenciamento de riscos e exposição de carbono.

O ranking avalia as 500 maiores empresas listadas na Bolsa de Valores de Nova York e identifica as líderes no gerenciamento dos riscos e exposição ao carbono. Para estar no índice, é preciso responder a um questionário referente à gestão de emissões de carbono, demonstrando avanços a cada ano.

A Vale também faz parte do Índice Carbono Eficiente (ICO2), desenvolvido pela Bovespa e BNDES, que tem por finalidade atrair investidores que acreditam que empresas com melhor gestão de riscos e oportunidades associadas ao carbono terão melhor desempenho financeiro no futuro.

Desde 2005, a Vale calcula o seu inventário de emissões de Gases de Efeito Estufa (GEE). A iniciativa permitiu à empresa conhecer o próprio perfil de emissões e, a partir de então, desenvolver estratégias e planos para seguir o modelo de desenvolvimento baseado em uma economia de baixo carbono. Investimentos na proteção de florestas e outros ecossistemas; pesquisa e desenvolvimento de tecnologias; melhoria da eficiência energética e intensificação do uso de fontes renováveis de energia são alguns exemplos dessas ações.

A Vale também ingressou no Índice de Sustentabilidade Empresarial (ISE) da Bovespa, carteira que passou a vigorar em janeiro deste ano e tem como objetivo destacar as empresas que possuem estratégias e práticas ligadas à sustentabilidade.

Antes disso, em 2009, a Vale liderou o lançamento da "Carta Aberta ao Brasil sobre Mudanças Climáticas", junto com o Instituto Ethos e a Fórum Amazônia Sustentável. O documento apresentou os compromissos voluntários de 30 grandes empresas brasileiras com os esforços globais de redução dos impactos das mudanças climáticas, através da elaboração do inventário de emissões de gases de efeito estufa e do engajamento perante governo e sociedade civil.

A redução contínua de emissões é uma das metas da Vale. A empresa realiza a gestão de um portfólio de projetos de redução identificados nas áreas de negócio e desenvolve uma série de iniciativas de sequestro de carbono, como a Vale Florestar SA, um dos maiores projetos de reflorestamento do país. Com este projeto, a meta é chegar a uma área de 450 mil hectares em 2022, dos quais 150 mil serão destinados ao plantio de florestas industriais e 300 mil para proteção e recuperação de florestas nativas. Desde o início do projeto, em 2007, já foram plantadas mais de 36 milhões de árvores numa área de mais 30 mil hectares em áreas degradadas, em quatro municípios do Pará. Uma área total de 100 mil hectares foi arrendada, sendo 62 mil destinados à proteção e recuperação de florestas nativas, 38 mil para florestas industriais e implantação da infraestrutura necessária.

Já o Fundo Vale para o Desenvolvimento Sustentável, criado por iniciativa da Vale em 2009, é um fundo de cooperação que atua em parceria com instituições públicas e organizações da sociedade com foco inicial em programas de combate ao desmatamento e à degradação florestal no bioma amazônico. Ate hoje, o Fundo Vale, aportou um montante aproximado de R$ 20,6 milhões em 19 projetos desenvolvidos por organizações com experiência comprovada.

Estão sendo desenvolvidos projetos como o monitoramento estratégico da região por satélite, que identifica a pressão de desmatamento ilegal; consolidação e criação de áreas protegidas; promoção de um modelo de gestão ambiental para municípios ao longo da fronteira do desmatamento. Para se ter uma ideia, uma das cidades apoiadas dentro do projeto, Paragominas, já saiu da lista dos municípios que mais desmatam no país.

Combustíveis - A Vale entende que para ser um agente global de sustentabilidade precisa direcionar investimentos na construção de uma matriz energética com participação crescente de combustíveis renováveis. Diante disso, está investindo em gás natural e biodiesel como substitutos do diesel nas operações. Na Estrada de Ferro Vitória a Minas (EFVM) funciona em caráter experimental, desde 2009, o Trem Verde, que utiliza a mistura de gás natural e diesel em suas locomotivas, com concentrações do gás variando de 50% e 70% (o gás natural é menos carbono intensivo do que o diesel). Hoje, a Vale já usa B5 em suas locomotivas.

Outro passo importante foi a aquisição pela Vale, em fevereiro deste ano, de 70% do controle da Biopalma, no Pará, produtora de óleo de palma, matéria-prima para a produção de biodiesel. A Biopalma começa a produzir óleo de palma ainda este ano, com a expectativa de atingir a produção anual de 500 mil toneladas em 2019.

A maior parte do óleo será destinada à produção de biodiesel para a frota de locomotivas, máquinas e os equipamentos de grande porte das operações da empresa no Brasil, usando o B20 (mistura de 20% de biodiesel e 80% de diesel comum). A Biopalma possui atualmente seis pólos de produção em implantação na região do Vale do Acará e Baixo Tocantins, no Pará.

Até 2013, serão 60 mil hectares plantados com dendê e 75 mil destinados a recuperação e regeneração de mata nativa. Hoje são 18.400 hectares plantados, com previsão de mais 14.400 hectares de plantio no primeiro trimestre deste ano. Todas as áreas utilizadas no cultivo do dendê são áreas mapeadas e demarcadas pelo governo federal como áreas degradadas.

Mudança na matriz de transporte (truckless) - Em Canaã dos Carajás, sudeste do Pará, a Vale está desenvolvendo uma solução inovadora. A futura mina S11D - maior projeto da história da Vale, com produção de 90 milhões de toneladas de minério de ferro por ano - trocará os caminhões fora-de-estrada, os gigantes veículos de quase 250 toneladas que fazem o transporte de minérios, por correias de borracha móveis que vão percorrer até 9 km de extensão entre o local da extração e a usina de beneficiamento do produto.

A tecnologia, que dispensa o uso de caminhões, é conhecida como truckless. No total, serão instalados 37 km de correias transportadoras distribuídas dentro da mina, incluindo ramais que vão se conectar ao tronco principal a ser estendido por 9,5 Km até a usina de beneficiamento. Os principais equipamentos de S11D serão movidos a energia elétrica. Só tratores de esteiras, motoniveladoras e outras máquinas auxiliares vão continuar consumindo diesel. Em 2014, a Vale pretende usar biodiesel B20 nestes equipamentos, reduzindo ainda mais as emissões de gases do efeito estufa e antecipando-se à legislação que prevê o uso do combustível somente a partir de 2020.

Energia - Hoje, do total da matriz energética da Vale, 25% é abastecido por fontes renováveis, sendo a maior parte de fonte hidrelétrica. A Vale mantém pesquisas de geração de energia limpa e energia renováveis que estão sendo desenvolvidas pela Vale Soluções em Energia (VSE) em parceria com o Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES).

A Vale também criou o Instituto Tecnológico Vale, que pretende ampliar a produção de pesquisas científicas e o desenvolvimento econômico de base tecnológica no país, além de gerar e difundir novos conhecimentos para o desenvolvimento socioeconômico, ambiental e para a cadeia da mineração no Brasil. Além das ações em parceria para o incentivo à pesquisa, o ITV vai construir um conjunto de estruturas físicas distribuídas pelo Brasil, e terá um corpo próprio de pesquisadores com excelência mundial. Inicialmente, o Instituto contará com três campi de pesquisa a serem implantados em Minas Gerais (Ouro Preto), Pará (Belém) e São Paulo (São José dos Campos).

Cada centro terá uma vocação: o de Minas terá suas pesquisas focadas em mineração do futuro; o do Pará, em desenvolvimento sustentável; e o de São Paulo, na área de energias renováveis. Inicialmente, cada campus vai abrigar, em média, 300 profissionais, dos quais pelo menos 40 serão pesquisadores com títulos de doutores e pós-doutores.

Desenvolvimento territorial - A Vale vem contribuindo para o desenvolvimento sustentável dos territórios onde atua. Essa atuação baseia-se em uma estratégia de investimento social estruturante, alinhada às políticas públicas e voltada a uma perspectiva de médio e longo prazo. As ações são coordenadas pela Fundação Vale e estão divididas em três principais áreas de atuação:

  • Infraestrutura: A Fundação Vale apoia as Prefeituras na elaboração de projetos executivos de infraestrutura e habitação, que possibilitam a captação de recursos federais e estaduais para obras com o objetivo de reduzir os déficits em moradia e saneamento básico;
  • Fortalecimento da Gestão Pública: Trabalhamos de forma integrada com as prefeituras no fortalecimento dos processos de gestão pública. Esta integração permite a criação de mecanismos capazes de melhorar a eficiência e a eficácia dos processos das administrações municipais. As prefeituras disponibilizam recursos humanos e apoio técnico. A Fundação disponibiliza suporte operacional e institucional na elaboração de projetos para auxiliar os governos municipais na gestão dos recursos públicos (aumento da arrecadação e redução de despesas), melhoria dos indicadores sociais (no campo da saúde, educação, proteção social, entre outros) e efetiva contribuição da administração pública para o desenvolvimento local e qualidade de vida da população.
  • Desenvolvimento humano e econômico: Queremos colaborar para o desenvolvimento da economia local, contribuir com a melhoria da qualidade de vida das comunidades, estimular o empreendedorismo e a geração de trabalho e renda das comunidades. Para isso, estão sendo implantadas as Estações Conhecimento. Trata-se de organizações sociais com gestão compartilhada entre a Fundação Vale, o Poder Público (geralmente Prefeituras) e a sociedade civil organizada. Nas Estações, são oferecidas atividades culturais, esportivas e de qualificação profissional para os jovens. As Estações também fomentam o empreendedorismo de uma forma que respeita as vocações das comunidades e as oportunidades de mercado. Um exemplo de sucesso é a cooperativa de artesãs de biojoias em Tucumã, no Pará.

Assessoria de Imprensa - Tel: 21 3814-4360
Mônica Ferreira
www.vale.com/saladeimprensa