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Aproveitamento do caroço de açaí

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sábado, janeiro 31, 2015

RITMOS MUSICAIS. DESMASCARANDO O LIXO COM CARA DE BENÇÃO.




“Mas a hora vem, e agora é, em que os verdadeiros adoradores

adorarão o Pai em espírito e em verdade; porque o Pai procura

a tais que assim o adorem.”

(João 4:23)


Não é de hoje que eu tenho me preocupado e venho alertando o povo de Deus acerca dos efeitos fisiológicos e psicológicos da música. 

E, em razão de sempre receber, via e-mail,  toda semana, dezenas de perguntas sobre o assunto, tomei a decisão, após consultar ao Senhor em oração, de voltar a abordar o tema  música e louvor.

Neste artigo reitero o que já tenho afirmado: que nem todos os estilos musicais são saudáveis e servem para o louvor, que há uma perigosa mentira nascida no inferno e com a qual satanás ilude muitos cristãos, a saber, a afirmação de que Deus é o criador de todos os ritmos musicais. 

E que somente a ausência do conhecimento dos efeitos da música, atrelada à falta de fundamentação bíblica e temor de Deus, podem levar alguém a acreditar que é possível louvar a Deus com todo e qualquer estilo musical, como rock, funk, forró, lambada, danças coreografadas, samba, pagode, axé, etc.

Uma Séria Abordagem Científica


No mundo, a música é usada como ferramenta ampla de conhecimento e de transformação do homem. 

Mas não podemos descartar a possibilidade inversa. 

A música pode sim alterar a consciência e levar ao sentimento de êxtase, independentemente de a letra ser cristã ou mundana. 

Ela, em si, tem poder. E, de modo nenhum, pode ser considerada neutra.

Longe de ser apenas uma experiência estética, o exercício da música é também uma experiência fisiológica, biológica, psicológica e mental, com o poder de fazer o ser humano experimentar estímulos e sensações. 

Tanto que, no sentido positivo, a musicoterapia — como disciplina paramédica — tem o estatuto de colaborar com a saúde física e mental do indivíduo. 

Ela é um poderoso agente de estimulação motora, sensorial, emocional e intelectual, segundo a psicologia. 

Nesse caso, como descartar os seus efeitos negativos? 

É ingenuidade pensar que letras cristãs anulam o poder da música ou simplesmente santificam todos os ritmos.

À luz da ciência contemporânea, a música é considerada uma força capaz de exercer ação psicofisiológica. 

Agindo através de seus elementos constitutivos — ritmo (elemento ativo), melodia (elemento afetivo) e harmonia (elemento intelectual) —, a música tem sempre o poder de nos alcançar, e contra isso somos relativamente indefesos. 

Ela se constitui verdadeiro objeto material que, ao entrar pelo ouvido, enraíza-se no “eu”, inserindo-se num esquema afetivo e estimulando atividades emocionais e corporais.

De acordo com a musicoterapia, a música, em razão de sua ludicidade, permite que o ouvinte se revele na escuta sem que ele mesmo se dê conta. 

São três os sistemas que possibilitam a percepção do som: o sistema de percepção interna, o sistema visual e o sistema tátil (ou sensório-tátil), este último, o mais importante dos três.  Resumindo,  pode-se afirmar que os sons entram no “eu” não apenas pelo ouvido, mas também pela pele, pelos músculos, ossos e sistema nervoso autônomo.

Diante do exposto, não existe música inocente ou neutra! 

Ela é o resultado da combinação e sucessão de sons simultâneos de tal forma organizados, que a impressão causada sobre o ouvido seja agradável ou desagradável, e a impressão sobre a inteligência seja compreensível, e que tais impressões tenham o poder de influenciar os recantos ocultos da alma humana e de suas esferas sentimentais, e que esta influência transporte o ouvinte para uma terra de sonhos, de desejos latentes, ou para um pesadelo infernal.

Não foi por acaso que o musicólogo Mário de Andrade, depois de assistir a uma representação de danças e melodias do Maracatu do Leão Coroado, declarou: “… um mal-estar doloroso, a respiração opressa, o sangue batendo na cabeça com um martelo e uma tontura tão forte que vacilei. 

Senti a respiração faltar e cairia fatalmente se não me retirasse afobado daquele círculo de inferno” (citado em Da Música, seus usos e recursos, de Maria de Lourdes Sekeff, Editora Unesp, p.33). 

Aliás, o uso de determinadas músicas é uma das causas para o chamado “cair no Espírito”, empregado por animadores de auditório, que se fingem de pastores, como Benny Hinn e seus discípulos espalhados pelo Brasil e pelo mundo.

Muitos afirmam que não importa o estilo musical, e sim a letra. São pessoas mal intencionadas ou desinformadas, pois negam ou ignoram que a música é polissêmica; tem sentidos plurais. 

Ela é uma ferramenta valiosa no campo da saúde (musicoterapia) e também no âmbito da educação, posto que é dotada de uma dimensão alucinógena, inconsciente e sexual, o que possibilita acesso ao nosso “eu”. 

Com essas considerações podemos sugerir que a música não é marcada pela neutralidade ou irracionalidade. Ela, em si mesma, é um discurso orgânico, lúdico, lógico e com sentido.

Uma Armadilha Mercadológica


De posse desses conhecimentos, uma poderosa indústria fatura milhões, fabricando falsos artistas, manipulando e enganando as emoções de pessoas vazias, levando-as á histeria e à idolatria consumista. 

Os ritmos fazem parte dessa estratégia de escravidão capitalista. 

Com o chamado “mercado da música gospel” não é diferente. 

A adaptação de ritmos mundanos com inserção de letras supostamente cristãs são apenas a isca para faturar às custas de crentes enganados e desprovidos de entendimento bíblico. 

Não é a toa que são os mesmos ritmos que fazem sucesso no mundo. 

A estratégia e a finalidade são as mesmas. 

Só os métodos mudam.

Como, pois, afirmar que todos os estilos servem para o louvor? Diante de tantos fatos científicos, como cantores, pastores e escritores evangélicos podem continuar abraçando essa falácia de que as letras cristãs neutralizam os efeitos da música? 

Tudo isso deve nos fazer lembrar, mais uma vez, do crivo mencionado em Filipenses 4.8:“Quanto ao mais, irmãos, tudo o que é verdadeiro, tudo o que é honesto, tudo o que é justo, tudo o que é puro, tudo o que é amável, tudo o que é de boa fama, se há alguma virtude, e se há algum louvor, nisso pensai”.

A verdadeira música cristã não é rotulada por um ritmo. Aliás, ela costuma ser indefinível nesse aspecto. 

Ela é caracterizada por seus efeitos interiores: fé, quebrantamento, arrependimento de pecados, adoração e estímulo para as práticas que agradam a Deus. 

É algo muito diferente de qualquer coisa que assemelhe a essa verdadeira farra mundana, que  torna rádios evangélicas iguais às comuns, que transforma a igreja num palco e shows que em nada deixa a desejar perante aquilo que o mundo pratica e aplaude. Algo que em vez de aceitação, deveria suscitar vergonha em todos nós.

Que Deus levante músicos e líderes de louvor compromissados com a Palavra de Deus e dispostos a usar a boa música, apropriada para o louvor, na casa de Deus. 

Só assim ficaremos livres dos efeitos de estilos mundanos e diabólicos, como funk, heavy metal, axé, forró, entre outros, que aos poucos — em razão das influências do secularismo — vêm invadindo os templos evangélicos.

Leia mais:

Qual é a origem do Carnaval?

Por Cíntia Cristina da Silva 

Edição 24 Editora Abril
O_Galo_da_Madrugada_Carnaval_do_Recife
Ele é uma herança de várias comemorações realizadas na Antiguidade por povos como os egípcios, hebreus, gregos e romanos. 

Esses festejos pagãos serviam para celebrar grandes colheitas e principalmente louvar divindades. 

É provável que as mais importantes festas ancestrais do Carnaval tenham sido as "saturnais", realizadas na Roma antiga em exaltação a Saturno, deus da agricultura. 

Na época dessa celebração, as escolas fechavam, os escravos eram soltos e os romanos dançavam pelas ruas. 

Havia até mesmo uma espécie de "bisavô" dos atuais carros alegóricos. 

Eles levavam homens e mulheres nus e eram chamados de carrum navalis, algo como "carro naval", pois tinham formato semelhante a navios. 

Alguns pesquisadores enxergam aí a origem da palavra carnaval. 

A maior parte dos especialistas, porém, acha que o termo vem de outra expressão latina: carnem levare, que significa "retirar ou ficar livre da carne".

Isso porque, já na Idade Média, essas velhas festividades pagãs foram incorporadas pela Igreja Católica, passando a marcar os últimos dias de "liberdade" antes das restrições impostas pela Quaresma. 

Nesse período de penitência para os cristãos (durante os 40 dias antes da Páscoa), o consumo de carne era proibido. 

A variação da data do Carnaval no calendário se deve justamente à ligação direta com a Páscoa - que, no hemisfério sul, sempre acontece no primeiro domingo após a primeira lua cheia do outono. 

Determinada a data do feriado cristão, basta retroceder 46 dias no calendário (40 da Quaresma mais seis da Semana Santa) para se chegar à Quarta-Feira de Cinzas. 

A comemoração do Carnaval adquiriu diferentes formas nos países católicos que mantiveram a celebração. 

No Brasil, foi grande a influência do "entrudo", uma folia feita em Portugal, onde eram comuns as brincadeiras com água.

Em concurso, vice não aceita derrota e arranca coroa de Miss Amazonas

Sheislane Hayalla criticou vitória de Carol Toledo: 'Ela não mereceu!', disse.
Campeã evitou falar sobre ocorrido e comemorou vitória. 

 

Marcos Dantas Do G1 AM
A edição 2015 do concurso Miss Amazonas terminou em confusão na noite de sexta-feira (30). 

Ao ouvir o resultado, que deu a vitória à Carol Toledo, a segunda colocada, Sheislaine Hayalla, arrancou a coroa da vencedora. 

A reação da vice causou tumulto e corre-corre no Centro de Convenções Vasco Vasques - Zona Centro-Oeste de Manaus -, onde foi realizado o concurso. Veja a galeria de fotos do Miss Amazonas 2015.
Ao G1, Sheislane disse que não aceitou o resultado.

"Simplesmente, em Manaus, é o dinheiro que manda e eu estou mostrando para o povo amazonense que o dinheiro não manda aqui. 

Ela não mereceu!", reclamou a concorrente.
Antes da confusão, campeã e vice aguardaram o resultado de mãos dadas (Foto: Marcos Dantas/G1 AM)Antes da confusão, campeã (de azul) e vice (de vermelho) aguardaram o resultado de mãos dadas (Foto: Marcos Dantas/G1 AM).
 
 
A reportagem chegou a procurar a organização do concurso, que não quis falar sobre o ocorrido e nem sobre uma possível punição a Sheislane. 

As finalistas do segundo ao quinto lugar devem participar de concursos ao longo do ano.
 
Vitoriosa, Carol não fala sobre "coroa arrancada"
A vencedora não quis comentar a confusão e preferiu falar sobre a vitória. "É uma emoção inexplicável. 


Eu não tenho palavras para descrever o que estou sentindo. 

É um frio na barriga muito gostoso. 

É uma honra poder representar o meu estado no Miss Brasil. 

Eu vou honrar com toda a garra e o povo amazonense vai ter muito orgulho de mim", garantiu.
Carolina Toledo foi a grande vencedora do Miss Amazonas 2015 (Foto: Marcos Dantas/G1 AM)Carolina Toledo foi a grande vencedora do Miss Amazonas 2015 (Foto: Marcos Dantas/G1 AM)


Aos 20 anos, Carol deve representar o Amazonas na versão nacional do concurso. 

Em entrevista, ela disse que deve começar logo a preparação para ser escolhida a mulher mais bonita do Brasil. "Uma Miss não pode ter só beleza. 

Além do carisma, ela tem que ter uma representação ativa na sociedade e é por isso que estou aqui. 

Não sou só um rostinho bonito. Quero me engajar em muitas causas sociais, mas o primeiro passo é comemorar com a minha família. 

Eu não estaria aqui se não fosse por eles", enfatizou.

*Colaborou Clayton Pascarelli, da TV Amazonas
Sheislane Hayalla no desfile com traje de gala (Foto: Marcos Dantas/G1 AM)Sheislane Hayalla não aceitou ter tirado o segundo lugar no concurso (Foto: Marcos Dantas/G1 AM)

Ponte que liga nada a lugar algum em Rio Preto deve seguir abandonada

Estrutura perto da da BR-153 foi construída na década de 1960.
Autoridades não sabem o que fazer com a ponte.

 

Marcos Lavezo Do G1 Rio Preto e Araçatuba
Ponte foi construída ao lado da BR-153, mas nunca foi utilizada (Foto: Marcos Lavezo/G1)Ponte foi construída ao lado da BR-153, mas nunca foi utilizada (Foto: Marcos Lavezo/G1)
Uma ponte que nunca passou um veículo por cima dela e que não liga nada a lugar algum. 

Esta é a função de uma estrutura erguida na década de 1960, durante a construção de uma das principais rodovias do país, a BR-153. 

A ponte, que nunca foi utilizada, hoje é símbolo da falta de planejamento do poder público.

A construção fica no trecho urbano de São José do Rio Preto (SP), entre os quilômetros 66 e 67 da rodovia. 

A ponte está a 100 metros da pista, próximo aos bairros Cidade Jardim e São Francisco. 

O problema é que mesmo com a obra de duplicação da BR-153, que começou no fim do ano passado, ela também não deve ser utilizada. 

Por isso, mais de 50 anos depois da construção, a ponte segue abandonada.

“Ela foi feita em um projeto errado, um traçado errado. 

Este trajeto que ela faz era para tirar a BR-153 do trecho urbano de Rio Preto, mas já havia planos na época de conjuntos habitacionais do outro lado da ponte, então ela foi deixada de lado”, afirma Airton Vinhola, presidente do movimento de duplicação da BR-153, o Duplica Já.

Com o projeto de duplicação da BR-153 foi levantada a hipótese de construir uma  marginal da rodovia e que a ponte poderia ser utilizada. 

A prefeitura de Rio Preto, que ajudou na desapropriação de terras para a duplicação, diz que a BR-153 é de competência do governo federal. 

Vinhola conhece bem o projeto de duplicação e diz que não existe esta possibilidade. 

“Ela não faz parte de nenhuma obra de duplicação da BR-153, nem mesmo nos projetos de marginais. 

Acho difícil utilizarem ela para a duplicação”, diz Vinhola.

Dois empreendimentos imobiliários estão sendo construídos próximo à ponte, o que poderia aumentar o movimento de veículos no local e talvez a possível utilização da ponte. 

“O que pode acontecer é a construtora, que está fazendo os empreendimentos próximo ao local, utilizar a ponte para alguma ligação entre os bairros, mas é só uma suposição”, diz Vinhola. 

O G1 tentou entrar em contato com a construtora, mas nenhum responsável foi encontrado para falar sobre o assunto.
Ponte está tomada por mato e árvores (Foto: Marcos Lavezo/G1) 
Ponte está tomada por mato e árvores (Foto: Marcos Lavezo/G1)
 
 
O Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes é responsável pela duplicação de 17,5 quilômetros da BR-153, do trevo de Talhado até a divisa de Bady Bassitt (SP). 

Este trecho é onde está a ponte, mas em nota, o Dnit diz que “considerando que o projeto executivo de duplicação e restauração do trecho da rodovia está em fase de execução, ainda não é possível informar sobre o que acontecerá com a referida obra, com a duplicação da rodovia”.

A BR-153, também conhecida como Rodovia Transbrasiliana, é a quarta maior rodovia do Brasil, ligando a cidade de Marabá (PA) ao município de Aceguá (RS), totalizando 4.355 quilômetros de extensão. 

Enquanto as autoridades não encontram uma utilização para a ponte, as pessoas tentam dar uma finalidade para o local, que serve para pichações, placas de propaganda (até de políticos) e também um monumento da falta de planejamento para quem passa pelo trecho da BR-153 em Rio Preto.
De longe é possível ver a ponte, que virou apenas paisagem no local (Foto: Marcos Lavezo/G1) 
De longe é possível ver a ponte, que virou apenas paisagem no local (Foto: Marcos Lavezo/G1)

Arnaldo ribeiro ou Israel deixou um novo comentário sobre a sua postagem "Padre Fábio de Melo critica idolatria a Maria e a ...":


DEUS É AMOR: E É O EXERCÍCIO DESTE AMOR QUE PROVA A SUA EXISTÊNCIA:


(JR.5.21) Ouvi agora isto, ó povo insensato que tendes olhos e não vedes, tendes ouvidos e não ouvis; 


(1TS.4.3) pois esta é a vontade de Deus: A vossa santificação, que vos abstenhais da prostituição; 

(LS.1.12/13) porque Deus não fez a morte, nem se alegra na perdição dos vivos: Não queirais buscar ansiosos a morte, no descaminho da vossa vida, nem adquirais a perdição com as obras das vossas mãos: 

(HC.2.19) Ai daquele que diz ao pau: Acorda! E à pedra muda: Desperta! Pode o ídolo ensinar? Eis que está coberto de ouro e de prata, mas no seu interior não há fôlego nenhum: 


(AT.3.15) Dessarte, matastes o Autor da Vida, a quem Deus ressuscitou dentre os mortos, do que nós somos testemunhas: 

(JB.7.48) Porventura creu Nele alguém dentre as autoridades, ou algum dos fariseus? 

(RM.3.3) E daí? Se alguns não creram, a incredulidade deles virá desfazer a fidelidade de Deus? 

(JB.3.23) Ora, o seu mandamento é este: 

(MC.12.33) Amar a Deus de todo o coração, de todo o entendimento e de toda a força, e amar ao próximo como a si mesmo:

(JB.4.23) Mas vem a hora e já chegou, em que os verdadeiros adoradores adorarão o Pai em espírito e em verdade; porque são estes que o Pai procura para seus adoradores: 


(LS.19.23) E há quem fala francamente e não diz senão a verdade, (RM.4.3) pois que diz a escritura? 

(JB.4.24)Deus é Espírito;e importa que os seus adoradores o adorem em espírito e em verdade, 

(RM.1.20) porque os atributos invisíveis de Deus, assim o seu eterno poder, como também a sua própria divindade; claramente se reconhecem desde o principio do mundo, sendo reconhecidos pelas cousas que foram criadas:

(HB.11.1) Ora, a fé é a certeza de cousas que se esperam, a convicção de fatos que não se vêem:


(SL.100.3) Sabei que o Senhor é Deus, foi Ele quem nos fez e Dele somos; somos o seu povo e o rebanho do seu pastoreio:

(CL.3.23/24) Tudo quanto fizerdes, fazei-o de todo o coração, como sendo para o Senhor, e não parta homens; cientes de que recebereis do Senhor a recompensa da herança: 

A Cristo, o Senhor, é que estais servindo; (DT.1.38) porque Ele fará com que Israel a receba:

(SL.32.11) Alegrai-vos no Senhor e regozijai-vos, ó Justos, exultai-vos, todos que sois retos de coração;

(1TS.3.8) porque agora vivemos, se é que estais firmes no Senhor: 

(1cO.15.38) Portanto, amados irmãos, sede firmes, inabaláveis e abundantes na Obra do Senhor, Sabendo que no Senhor o vosso trabalho não é vão:

(LE.12.13) De tudo o que se tem ouvido a suma é: Temei a Deus e guardai os seus mandamentos;porque isto é dever de todo Homem: 


(JR.21.8) Eis que ponho diante de vós o caminho da vida e o caminho da morte: (JB.14.6) Eu sou o caminho a verdade e a vida: 

(LV.19.4) Não vos virareis para os ídolos, nem vos fareis deuses de fundição: Eu sou o Senhor Vosso Deus: 

(IS.41.4) Quem fêz e executou tudo isto?(DT.27.26) 

Maldito aquele que não confirmar as palavras desta lei, não as cumprindo: 

(IS.46.8) Lembrai-vos disto e tende ânimo, ó prevaricadores; (LS.14.12) porque o culto aos ídolos é o princípio da corrupção da vida:

(AT.3.17) Agora, Irmãos, Eu sei que o fizestes por ignorância, como também as vossas autoridades; 


(IS.9.16) porque os Guias deste povo são enganadores, e os que Por eles são dirigidos, são devorados:

(TG.121) Portanto, despojando-vos de toda impureza e acumulo de maldade; acolhei, com mansidão, a palavra em vós implantada, a qual é poderosa para salvar a vossa alma:

sexta-feira, janeiro 30, 2015

Aos 25 anos, filha de trabalhadores rurais toma posse como defensora pública no Tocantins


Por: Ascom/Defensoria
 Foto: Ascom/Defensoria 


A Defensora Pública conta que alimenta este sonho desde os sete anos de idade





“Ser Defensora Pública é a concretização de um sonho, ainda mais no meu Estado”, afirmou emocionada, a tocantinense Joice Mayara de Oliveira Silva, 25 anos, natural de Porto Nacional, durante cerimônia de posse como Defensora Pública Substituta do Estado do Tocantins, realizada nesta sexta-feira, 30, na sala do Conselho Superior da Instituição, em Palmas.

Acompanhada pelos pais José Luis e Maria Dilma, dos irmãos José Augusto e Deyla Jordana e familiares, Joice Oliveira agradeceu o apoio da família, a recepção dos Defensores Públicos e Servidores da Instituição. “Quero contribuir para o crescimento da Defensoria Pública do Estado do Tocantins que vem sendo destaque em todo Brasil, sempre citada como uma das cinco melhores Defensorias Públicas do país”.

A Defensora Pública conta que alimenta este sonho desde os sete anos de idade, motivada por um tio que é da área jurídica. “Desde criança eu me interesso pela área. 

Na época em que o edital do Concurso foi publicado, eu estava no décimo período da faculdade e este mesmo tio viu e recomendou que fizesse a inscrição. Eu me inscrevi e estudei muito porque era meu sonho e era o meu Estado. 

A minha mãe torceu desde início e sempre acreditou que ia dar certo, principalmente porque seria uma forma de voltar para casa. Deu certo e agora voltei”.

Joice Oliveira é filha de trabalhadores rurais e se mudou para o Rio de Janeiro para estudar na Faculdade de Ciências Sociais Aplicadas do Ibmec, por meio do Prouni – Programa Universidade para Todos. “Este é um momento muito feliz e grandioso para a nossa família. 

Nós sabemos de todas as dificuldades que enfrentamos e temos certeza de que você não vai parar por aqui, pois este é o início de uma carreira de muito sucesso”, afirmou Deyla Jordana, irmã da Defensora Pública.

A DPE-TO – Defensoria Pública do Estado do Tocantins conta com 112 Defensores Públicos atuando para assegurar o acesso à justiça, integral e gratuito, com atendimento humanizado e de qualidade, à população tocantinense. A partir de segunda-feira, 02 de fevereiro, Joice Oliveira atuará no município de Goiatins.

“A posse de um novo Membro é o momento de reflexão e alegria. Cada colega que entra na Defensoria Pública é uma energia que se renova e nos fortalece na missão de levar assistência jurídica aos necessitados. 

A nossa luta enquanto Defensor Público não é fácil. Ser Defensor Público é uma vocação. Nossa Instituição é diferenciada pelo atendimento humanizado e, com certeza, é essa atuação vocacional dos Membros que nos faz uma das maiores Defensorias Públicas do Brasil. 

Seja bem-vinda e espero que a Defensoria Pública seja para você uma segunda casa.”, afirmou o defensor público geral, Marlon Amorim.

O presidente da ADPETO - Associação dos Defensores Públicos do Estado do Tocantins, defensor público Fábio Monteiro, parabenizou Joice Oliveira pela aprovação no Concurso, destacando os avanços da Defensoria Pública nos últimos anos. “Vossa excelência ingressa numa instituição diferente da que eu e outros Membros ingressamos em 2007. 

Temos hoje uma instituição mais forte e atuante, reconhecida nacionalmente e tenho certeza de que você também contribuirá para o fortalecimento da Defensoria Pública”, ressaltou o presidente.

Participação

A solenidade contou com a presença do subdefensor público geral, Alexandre Augustus Elias El Zayek, da superintendente de Finanças, Luciene Dantas, de Defensores Públicos e Servidores. 

Entenda o sistema de bandeiras tarifárias

Bandeiras verde, amarela e vermelha sinalizam custo para o consumidor.
Hoje, consumidores pagam até R$ 3 a mais para cada 100 kWh.

Do G1, em Brasília
Bandeiras tarifárias arte (Foto: Editoria de Arte/G1)
As contas de energia passaram a funcionar em 2015 com o sistema de bandeiras tarifárias.

 Pelo modelo, as bandeiras, com as cores verde, amarela e vermelha, indicam as condições de geração de energia no país e funcionam como um "semáforo de trânsito" - sinalizando o custo de geração de energia para o consumidor.

O sistema vale para todo o país, com exceção dos estados do Amazonas, Amapá e Roraima - pois estes estados ainda não estão interligados com o sistema nacional de energia elétrica.


saiba mais
As bandeiras tarifárias são definidas mensalmente e são informadas na própria conta de luz. 

Se elas estiverem na cor verde, a tarifa não sofre nenhum acréscimo. Com a cor amarela, o aumento é de R$ 1,50 para cada 100 kWh consumidos no mês.

Já as bandeiras vermelhas, que vigoraram ao longo do mês de janeiro e vão continuar em fevereiro, conforme já informou a Aneel, indicam que está muito caro gerar energia no país, devido ao uso das termelétricas (usinas movidas a combustíveis como óleo e gás, e que são mais caras). Nessa condição, o consumidor paga R$ 3 para cada 100 kWh de energia usados no mês.

Um cliente residencial da Eletropaulo, em São Paulo, por exemplo, que pagava R$ 100 para um consumo mensal de cerca de 240 quilowatts-hora (kWh), passou a pagar, com a bandeira vermelha, pelo menos R$ 106 para a mesma quantidade de consumo.

Governo já estuda reajustar bandeiras
 
O governo estuda agora elevar o valor arrecadado por meio do sistema de bandeiras tarifárias. 


Os novos valores das bandeiras ainda não foram definidos – isso depende de quais custos o governo pretende cobrir com a receita.

 A expectativa, porém, é que sofram aumento entre 30% e 40%, segundo o G1 apurou.

Ao reajustar as bandeiras, o governo pretende levantar dinheiro para bancar outros custos extras do setor, que no ano passado foram cobertos por meio de empréstimos bancários no valor de R$ 17,8 bilhões.

Energia ficou mais cara
 
Com a seca, as hidrelétricas passaram a gerar menos energia e as térmicas, cujo custo de geração é mais caro, foram acionadas. 


Com isto, a energia ficou mais cara no país.

Atualmente, os custos com compra de energia pelas distribuidoras são incluídos no cálculo de reajuste das tarifas dessas distribuidoras e são repassados aos consumidores uma vez por ano, quando a tarifa reajustada passa a valer para os consumidores.

 Com as bandeiras tarifárias, uma parte do reajuste anual concedido às distribuidoras será diluído.

Significado de cada cor
 
A bandeira verde significa "custos baixos" para gerar a energia e nenhum acréscimo na tarifa. 


A bandeira amarela, por sua vez, indica um sinal de atenção, pois os custos de geração estão aumentando. 

Já a bandeira vermelha sinaliza que a oferta de energia para atender a demanda dos consumidores ocorre com maiores custos de geração, como, por exemplo, o acionamento de grande quantidade de termelétricas para gerar energia, que é uma fonte mais cara do que as usinas hidrelétricas  (Veja vídeo ao lado)
Adequar o consumo ao preço
Com as bandeiras, há, portanto, uma sinalização mensal do custo de geração da energia elétrica que será cobrada do consumidor, com acréscimo das bandeiras amarela e vermelha. 


Essa sinalização dá, ao consumidor, a oportunidade de adaptar seu consumo, se assim desejar.
"O sistema de bandeiras é para o consumidor poder reagir ao momento de preço. Para o conumidor conhecer quanto está custando naquele momento e consumir de uma maneira consciente.

 É uma ferramenta a mais para melhor adequar o consumo. Se estamos em um momento de escassez e custo alto, por exemplo, ele colabora consumindo menos e isso tem um benefício para o sistema", explicou o diretor-geral da Aneel, Romeu Rufino, neste mês.

No Brasil, para ser médico basta pagar R$ 6 mil por mês, diz Cremesp

55% dos recém-formados foram reprovados em exame do Conselho de SP.
MEC diz que faz avaliação periódica rigorosa da qualidade dos cursos.

 

Cauê Fabiano Do G1, em São Paulo
A má qualidade do ensino médico nas faculdades paulistas foi uma das causas apontadas pelo Conselho Regional de Medicina do Estado de São Paulo (Cremesp) para a reprovação de 55% dos estudantes recém-formados que fizeram a última edição do exame aplicado pelo órgão. 

O maior índice de reprovação foi para alunos que estudaram em instituições particulares: 65,1%. 

Nas universidades públicas, a reprovação foi de 33%.

"No Brasil, para ser médico hoje, basta pagar R$ 6 mil por mês", criticou Braulio Luna Filho, presidente do Cremesp e organizador do exame, em referência ao valor médio das  mensalidades das faculdades particulares de medicina.

Ele sugere que o Cremesp faça um acompanhamento dos recém-formados que não são aprovados no exame (veja no vídeo acima).

Renato Azevedo Júnior, primeiro-secretário do Cremesp, acrescenta: "As nossas escolas não fazem uma avaliação adequada dos alunos.

Todos os alunos saem aprovados. Dos 100 alunos que entram, 100 saem formados."

O Ministério da Educação considera a crítica "inapropriada" e diz que "a melhoria da formação médica é prioridade", destacando a intensificação dos procedimentos de supervisão, aperfeiçoamento dos instrumentos de avaliação in loco para os cursos de medicina e implantação de um programa permanente de monitoramento.
Números mostram alto índice de reprovação no Exame do Cremesp (Foto: Cauê Fabiano/G1)Números mostram alto índice de reprovação no Exame do Cremesp (Foto: Cauê Fabiano/G1)


O G1 entrou em contato com a Federação Nacional das Escolas Particulares (Fenep) para comentar as declarações dos diretores do Cremesp, mas não obteve resposta até a publicação desta reportagem.
 
Obrigatório, mas não impeditivo
Ao todo, 2.891 recém-formados, de 20 universidades particulares e dez públicas fizeram a prova, sendo 1.302 aprovados e 1.589 reprovados. 


Para ser aprovado, era preciso acertar 60% das 120 questões de múltipla escolha.

O exame passou a ser obrigatório em 2012, e desde esse ano os índices de reprovação são acima de 50%. 

Na edição de 2013, 59,2% dos participantes reprovaram.

Segundo o Cremesp, das 30 escolas participantes do exame do ano passado, 20 não conseguiram atingir a nota de corte. 

As cinco maiores notas foram de instituições públicas. e as dez piores, de faculdades particulares.

Todo recém-formado que queira atuar como médico no estado de São Paulo tem que fazer a prova do Cremesp. Mas não passar no exame não impede o estudante de obter o certificado para exercer a medicina (CRM).

Tramita, no Senado Federal, desde 2004, o projeto de lei 217/2004 que exige a aprovação em um exame nacional de proficiência de medicina para exercício da profissão. 

Atualmente, nem a residência médica é exigida para que recém-formados trabalhem como médicos.

Riscos.

Renato Azevedo Junior, sublinhou que o resultado do exame mostra o risco de profissionais não capacitados podem gerar. "Nós temos hoje certeza de que o recém formado que não consegue acertar 60% da prova tem graves problemas em sua reformação médica e não vai atender adequadamente a população."

O primeiro-secretário afirma que é preciso "estabelecer leis" para impedir que os reprovados exerçam a medicina no Brasil.

Os representantes do Conselho apontaram a má qualidade das instituições de ensino superior, as quais não teriam a estrutura para fornecerem um curso adequado para os alunos.

"São abertas escolas de medicina que não têm condições de formar um aluno de medicina. 

Não têm professores qualificados, não têm laboratório, não têm biblioteca, não têm nada. 

Pior, não têm hospital escola", enumerou Renato Azevedo Júnior, apontando em seguida o grande número de escolas de medicina no estado de São Paulo.
 
Nós temos hoje certeza de que o recém formado que não consegue acertar 60% da prova tem graves problemas em sua reformação médica e não vai atender adequadamente a população"
Renato Azevedo Jr., primeiro-secretário
do Cremesp.
 
"Nós temos 30 escolas. 

O estado de São Paulo tem mais escolas de medicina que a Inglaterra. 

Estamos com 246 escolas no Brasil, isso se não abriu uma de ontem para hoje", afirmou Azevedo Junior.

Enade.

O presidente do Cremesp também criticou a eficiência da avaliação de conhecimento dos formandos em medicina feita pelo goveno com o Exame Nacional de Desempenho de Estudantes (Enade). 


"A prova do Enade é uma boa prova, mas não tem consequência, nem para o aluno, nem para a escola", diz Luna Filho.

"Não posso impedir que um incompetente se torne médico, e que ele tenha o mesmo direito que eu tenho. 

Isso porque ele tem um papel que uma instituição credenciada pelo MEC emitiu. 

E eu tenho que reconhecer", completa o presidente do Cremesp.

MEC faz avaliação periódica
Em nota, o MEC diz que desenvolve ações para a maior qualidade dos cursos de medicina do país como a "instituição de avaliação específica para curso de graduação em medicina, a cada dois anos, com instrumentos e métodos que avaliem conhecimentos, habilidades e atitudes, e de avaliação específica anual para os Programas de Residência Médica".


Diz também que intensificou os procedimentos de "supervisão, aperfeiçoamento dos instrumentos de avaliação in loco para os cursos de medicina e implantação de um programa permanente de monitoramento dos cursos".

"[Houve] intensificação dos procedimentos de supervisão, aperfeiçoamento dos instrumentos de avaliação in loco para os cursos de medicina e implantação de um programa permanente de monitoramento dos cursos"
Ministério da Educação (MEC).
 
A pasta afirma que houve uma reformulação da política regulatória dos cursos de medicina, "ampliando os critérios exigidos para o funcionamento dos cursos", e que foi adotada uma "nova sistemática para abertura de cursos de medicina, com a possibilidade de chamadas públicas para apresentação de propostas de cursos a serem abertos em municípios pré-selecionados".

Sobre as críticas ao Enade, o MEC afirma que "o Sistema Nacional de Avaliação da Educação Superior (Sinaes) não se baseia somente numa prova pontual, isolada, como é o exame realizado pelo Cremesp" e que, além do Enade, há etapas de "auto-avaliação da instituição e avaliação externa in loco, realizada pelo Inep, com a contribuição de especialistas na área de educação médica".

O MEC apresentou em dezembro de 2014 um conjunto de mais de 20 cursos de medicina que tiveram conceito insatisfatório, e que entrarão em processo de supervisão por parte da autoridade regulatória. 

O governo vai ainda criar 3.615 novas vagas de medicina em instituições federais de educação até 2017.

Estudo feito por PM baiano identifica grupos criminosos por tatuagens

'Não quero discriminar pessoas que tenham tatuagem', diz autor da análise.
Palhaços e coringas são considerados desenhos recorrentes nas prisões.

 

Maiana Belo Do G1 BA
A maior parte dos criminosos que possuem a imagem do Coringa no corpo, possuem ligação com a prática do roubo e possibilidade de envolvimento em morte de policiais. (Foto: Divulgação) 
A maior parte dos criminosos que possuem a imagem do Coringa no corpo, possuem ligação com a prática do roubo e possibilidade de envolvimento em morte de policiais. (Foto: Divulgação)


Estudo feito pelo capitão do Batalhão Especializado em Policiamento de Eventos, Alden José Lázaro da Silva, da Polícia Militar da Bahia, sobre processo de identificação de tatuagens em criminosos, revelou que muitas das imagens têm relação com a organizações criminosas ou crimes. 

Entre as descobertas, a pesquisa concluiu, por exemplo, que desenhos do coringa têm ligação com roubo e provável morte de policiais. 

Em outro caso recorrente, os palhaços, o pesquisador liga os criminosos aos crimes de formação de quadrilhas e roubos.

Com base no trabalho coordenado há aproximadamente 10 anos pelo capitão, foi elaborada a Cartilha de Orientação Policial com 36 tipos de tatuagens associadas a crimes específicos, que já começou a ser usada pela PM no combate à violência. 

Clique aqui e confira a cartilha.
Capitão Alden José autor da cartilha na Bahia. (Foto: Carla Ornelas/GOVBA) 
Capitão Alden José autor da cartilha. (Foto: Carla Ornelas/GOVBA)


Alden José é bacharel em Segurança Pública, especializado em Prevenção da Violência, Promoção da Segurança e Cidadania pela Universidade Federal da Bahia (UFBA), e instrutor de Uso Progressivo da Força e de Sobrevivência Policial na Academia de Polícia Militar.

Segundo conta, inicialmente, a pesquisa surgiu por curiosidade ao observar, nas ocorrências rotineiras, que era possível associar tatuagens aos crimes que os detidos poderiam ter cometido.

"Após investigações, conseguimos associar as tatuagens aos crimes. 

O problema é que nós tínhamos dificuldade de comprovar a relação por falta de material, seja na internet ou no meio policial. 

Todas as polícias do Brasil afirmavam categoricamente que todas imagens tinham associação ao crime, mas não havia estudos, nem materiais escritos", explica.

O capitão diz que a cartilha é mais ferramenta de consulta ao policial e, por isso, para análise, é preciso precisão no cruzamento de dados, saber se a pessoa já cumpriu pena, para avaliar se estão, de alguma forma, estão enquadradas ou catalogadas na cartilha. 

"Não é porque a pessoa tem uma tatuagem que vai ser ladrão ou assassino. 

Nosso objetivo não é discriminar pessoas que tenham tatuagem, mas demonstrar que certas tatuagens encontradas em algumas pessoas podem mostrar indícios de crime. 

A gente pode afirmar que uma parcela significativa de pessoas que cometem crimes tem tatuagens específicas. 

Do universo que foi investigado e catalogado, esses presos apresentavam associações com os crimes. 

O que afirmo é baseado nas estatísticas, consultamos os arquivos de inteligência da polícia", conta.
Criminosos que posseum a tatuagem do palhaço têm ligação com roubos e formação de quadrilhas. (Foto: Divulgação) 
Criminosos que posseum a tatuagem do palhaço têm ligação com roubos e formação de quadrilhas. (Foto: Divulgação)
Sobre a pesquisa
 


O capitão Alden relata que foram utilizados dados com provas indiretas, comparação de fotos de suspeitos em flagrante e de suspeitos presos que estavam no arquivo em algumas delegacias.

"O acervo digital das delegacias tem as pastas divididas pelo crime. 

Os suspeitos já estavam catalogados no sistema prisional e isso ajuda muito. 

Dentro dessas fotos, peguei as mais comuns, mais recorrentes e quais eram os crimes daqueles presos naquelas imagens. 

A segunda parte da pesquisa era confrontar as informações obtidas com presos que respondiam aos processo. 

Chegamos a conclusão que uma parcela significativa dos presos ainda suspeitos possuíam o mesmo padrão de presos condenado há anos", explica.

Ainda segundo Alden, a identificação das imagens no interior de presídios e delegacias baianas era o mesmo padrão São Paulo, Rio de Janeiro e Minas Gerais, o que, segundo ele, mostra que o tipo de desenho não se limita apenas ao estado da Bahia. 

Na quarta fase da pesquisa, foi possível comprovar a escolha das imagens. "Conseguimos indícios de palhaço em várias gangues do Estados Unidos, por exemplo. 

As imagens, quase sempre associadas ao mundo da infância, são usadas pelo crime como estratégia de comunicação entre gangues", relata.