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quinta-feira, novembro 23, 2017

Pai e filho dividem cela em cadeia pública de Benfica, que abriga presos da Lava Jato

Anthony Garotinho está preso em área separada dos outros presos, já que são inimigos políticos. Baile funk atormenta presos na cadeia Pública José Frederico Marques e é alvo de reclamações dos detentos. 

Por Bom Dia Rio

  Cadeia Pública José Frederico Marques, em Benfica (Foto: Reprodução/ TV Globo)
 
Cadeia Pública José Frederico Marques, em Benfica (Foto: Reprodução/ TV Globo).
 
Reformada para abrigar os presos da Operação Lava Jato, a cadeia pública José Frederico Marquês, em Benfica, na Zona Norte do Rio, nos últimos dias passou a ter pai e filho na mesma cela. 
O presidente licenciado da Assembleia Legislativa do Estado do Rio de Janeiro (Alerj) Jorge Picciani divide cela com o filho, Felipe Picciani. 
No mesmo espaço também estão o deputado estadual Edson Albertassi e com Rogério Onofre, ex-presidente do Detro.
 
Os políticos detidos por corrupção têm feito reclamações, pois as celas destinadas aos presos por corrupção não ficam de frente para a fachada do presídio, mas sim para a favela do Arará, que fica nos fundos. 
De acordo com informações obtidas pelo Bom Dia Rio, o barulho causado por um baile funk na comunidade tem atormentado os detentos e sido alvo de reclamações. 
 
No presídio também estão os ex-governadores Anthony Garotinho, Sérgio Cabral e Rosinha Garotinho. 
Garotinho está em área separada por ser considerado inimigo político dos outros presos. 
Já Rosinha está em uma ala feminina.
Cela de 16 metros quadrados, semelhante as usadas pelos presos da Lava Jato. (Foto: Reprodução/ TV Globo)
 
Cela de 16 metros quadrados, semelhante as usadas pelos presos da Lava Jato. (Foto: Reprodução/ TV Globo).

Presos recusam comida do presídio.

O ex-governador Sérgio Cabral divide espaço com Flávio Melo, ex-PM, um enfermeiro chamado Alex, além de Wilson Carlos, ex-secretário de seu governo e o empresário Marco Antônio Luca. 
Fontes indicam que Cabral e outros presos se recusam a comer a comida servida no presídio e se alimentam somente com o que é trazido pelas famílias. 
 
No segundo andar do presídio estão o empresário do setor de transportes Jacob Barata Filho, que divide cela com Lélis Teixeira, ex-presidente da Federação das Empresas de Transportes de Passageiros do Estado do Rio de Janeiro (Fetranspor), e outro empresário de ônibus. 
 
Carlos Miranda, apontado como o operador financeiro do esquema chefiado por Cabral, divide cela com o ex-secretário de Obras, Hudson Braga. 
 
Já o ex-secretário de Saúde Sérgio Cortes divide cela com os empresários Miguel Iskin e Gustavo Estellita.

Alvo de operação que prendeu Garotinho, presidente nacional do PR vai se entregar, diz defesa

Ex-ministro dos Transportes, Antônio Carlos Rodrigues, é alvo de mandado de prisão pela Justiça Eleitoral de Campos de Goytacazes, no Rio de Janeiro.

Por G1 SP, São Paulo
O vereador Antonio Carlos Rodrigues (PR-SP), suplente da senadora Marta Suplicy (Foto: Geraldo Magela/Agência Senado)
 
O vereador Antonio Carlos Rodrigues (PR-SP), suplente da senadora Marta Suplicy (Foto: Geraldo Magela/Agência Senado).
 
O presidente nacional do PR (Partido da República) e ex-ministro dos Transportes, Antônio Carlos Rodrigues, alvo de mandado de prisão pela Justiça Eleitoral de Campos de Goytacazes, no Rio de Janeiro, irá se entregar nesta quinta-feira (23), segundo sua defesa. 
 
O advogado Daniel Bialski, defensor de Rodrigues, informou que seu cliente irá se entregar ao longo do dia na cidade de São Paulo ou do Rio de Janeiro. 
 
Ele acrescentou que considera "a decretação da prisão ilegal e desnecessária". 
O advogado também disse que vai pedir o habeas corpus para conseguir a liberação do ex-ministro. 
Na quarta (22), o político não foi encontrado pela Polícia Federal em sua residência em São Paulo. 
 
Rodrigues é suspeito de corrupção, extorsão, participação em organização criminosa e falsidade ideológica na prestação de contas eleitorais na mesma investigação que resultou na prisão do ex-governador do Rio de Janeiro, Anthony Garotinho (PR). 
 
Como a denúncia apresenta conexão entre crimes da Justiça Federal e da Justiça comum a competência para processar e julgar ambos os delitos é da Justiça Eleitoral, por ser considerada Justiça Especial. 
 
A colaboração premiada oferecida na Operação Lava Jato pelo executivo da JBS Ricardo Saud ressalta a participação do réu Antônio Carlos Rodrigues.
 
Segundo relato da testemunha, ao longo do segundo mandato do governo do ex-presidente Lula e no decorrer do governo Dilma na Presidência da República, a empresa teria que pagar propina ao PT e ao PMDB para obter facilidades no governo federal. 
E em 2014 a empresa teria que pagar propina de R$ 20 milhões ao PR (Partido da República) para obter seu apoio para a reeleição da ex-presidente Dilma Russef. 
 
“Para tal desiderato, a testemunha participou das tratativas com o presidente nacional do PR e ora réu Antônio Carlos Rodrigues, o qual apresentou uma planilha com o nome de candidatos que seriam beneficiados com a propina milionária, entre os quais não se encontrava o réu Anthony Garotinho como contemplado. 
Ainda durante as tratativas do réu Antônio Carlos Rodrigues com a testemunha Ricardo Saud, restou afirmado pelo réu que Anthony Garotinho estava pressionando-o para obter R$ 4.000.000,00 (quatro milhões de reais) para sua campanha, jogando na responsabilidade de Ricardo Saud a resolução de tal problema”, disse o juiz Glaucenir Silva de Oliveira, da 98º Zona Eleitoral de Campos dos Goytazes, em sua decisão. 
 
Segundo a testemunha, diante da insistência do réu Antônio Carlos Rodrigues e do problema causado pelo réu Anthony Garotinho, ficou estabelecido que a JBS faria uma doação via “caixa 2” para o segundo no valor de R$ 3 milhões e que Fabiano Alonso, genro do réu Antônio Rodrigues, ficaria responsável por operacionalizar o repasse da propina, mediante envio de uma nota fiscal fria para uma empresa de acordo com o que foi acordado entre Fabiano Alonso e o grupo da ORCRIM, liderado pelo réu Anthony Garotinho. 
 
Antes de assumir a pasta durante o governo Dilma, Rodrigues ocupou a cadeira de Marta, à época senadora pelo PT, quando ela se licenciou do Legislativo para comandar o Ministério da Cultura, em 2012. Em São Paulo, foi o primeiro vereador a comandar quatro vezes consecutivas a Presidência da Câmara Municipal, nos anos de 2007, 2008, 2009 e 2010.

Investigação

Segundo a denúncia do Ministério Público do Rio de Janeiro (MP-RJ), Antônio Carlos Rodrigues negociou com Anthony Garotinho e com a empresa JBS a doação de dinheiro oriundo de propina para a campanha do ex-governador ao Governo do Estado do Rio de Janeiro, em 2014. 
 
Após ser pressionado por Garotinho, Antonio Carlos pediu que a JBS conseguisse mais R$ 4 milhões para a campanha, ficando combinado, por fim, o pagamento de mais R$ 3 milhões, dinheiro oriundo de propina, para selar apoio do PR ao PT e ao PMDB, dinheiro que foi destinado, segundo o MP, a outra conduta ilícita, que era custear despesas do grupo político de Garotinho sem a devida declaração nem comprovação.
O inquérito que embasa a denúncia partiu da delação de Wesley, Joesley e Saud. 
"Na ocasião, foi relatado que o referido Grupo Econômico doou cerca de R$ 3.000.000,00 para a campanha de Anthony Garotinho ao Governo do Estado do Rio de Janeiro em 2014, a título de "caixa 2", dinheiro não contabilizado na prestação de contas eleitoral, valendo-se de um contrato de prestação de serviços celebrado com uma empresa indicada por aquele candidato, apenas para dar aparência de legalidade ao repasse de dinheiro.", diz o documento. 
 
MP ainda afirma que, após a divulgação dos fatos, André Luiz da Silva Rodrigues procurou a Polícia Federal espontaneamente e se dispôs a esclarecer os fatos e de colaborar com as investigações, trazendo informações até então desconhecidas dos investigadores. 
 
"Apontando e revelando a estruturação de uma organização criminosa, com emprego de arma de fogo inclusive, no seio da gestão municipal de Campos dos Goytacazes, no período em que Rosinha Garotinho foi prefeita (2009 a 2016)."

Polícia Federal prende ex-chefe da Casa Civil do governo Cabral e cumpre outros mandados de prisão

Régis Fichtner é suspeito de receber propina de R$ 1,6 milhão. Operação foi batizada como C'est fini, que em francês significa 'é o fim', alusão ao fim da 'Farra dos Guardanapos'.


Por Arthur Guimarães, Fernanda Rouvenat, Paulo Renato Soares, Pedro Figueiredo e Pedro Neville, G1 Rio, TV Globo e GloboNews
Ex-chefe da Casa Civil Regis Fichtner é preso em operação da Polícia Federal
Ex-chefe da Casa Civil Regis Fichtner é preso em operação da Polícia Federal.
 
A Polícia Federal (PF) prendeu o ex-chefe da Casa Civil do Rio Régis Fichtner e o empresário Georges Sadala na manhã desta quinta-feira (23). 
 
A operação, que é mais uma fase da Lava Jato no Rio de Janeiro, foi batizada como C'est Fini, que em francês significa "é o fim". 
 
O nome seria uma alusão ao fim da Farra dos Guardanapos, como ficou conhecido um jantar em Paris do qual participaram ex-secretários do Rio, empresários e o ex-governador Sérgio Cabral. 
 
Em fotos tiradas durante o jantar, eles usavam guardanapos na cabeça. 
 
A ação desta quinta-feira é um desdobramento das investigações da Operação Calicute, desencadeada em novembro do ano passado e que prendeu Sérgio Cabral. 
 
Foram presos nesta fase:
  • Régis Fichtner, ex-chefe da Casa Civil do governo Cabral
  • Georges Sadala, sócio de uma das empresas que administravam o Rio Poupa Tempo
  • Henrique Alberto Santos Ribeiro, ex-presidente do DER no governo Cabral
  • Maciste Granha de Mello Filho, presidente da empresa Construtora Macadame LTDA
Os mandados são de prisão preventiva, que não tem prazo de liberação. 
 
Os agentes também cumprem mandados de busca e apreensão e de condução coercitiva – quando a pessoa é levada para depor.
Foto que ficou conhecida como 'Farra dos Guardanapos' em um restaurante em Paris (Foto: Reprodução / TV Globo)
 
Foto que ficou conhecida como 'Farra dos Guardanapos' em um restaurante em Paris (Foto: Reprodução / TV Globo).

Suspeitas

Os agentes chegaram ao endereço de Fichtner, em um condomínio de luxo na Barra da Tijuca, por volta das 6h. 
 
O ex-chefe da Casa Civil é suspeito de receber propina no valor de R$ 1,6 milhão. 
 
Os procuradores investigam também um esquema de corrupção no uso de precatórios por empresas que tinham dívidas, tributos e impostos com o governo do estado e também por empresas que tinham interesse em fazer negócios com o governo e que procuravam o escritório de advocacia de Fichtner.
Agente da Polícia Federal na varanda do prédio do ex-chefe da Casa Civil do governo Cabral, Régis Fichtner. (Foto: Reprodução/ TV Globo)
Agente da Polícia Federal na varanda do prédio do ex-chefe da Casa Civil do governo Cabral, Régis Fichtner. (Foto: Reprodução/ TV Globo).
 
Ele acompanha o ex-governador há muito tempo, desde que Cabral era presidente da Assembleia Legislativa do Rio de Janeiro, e foi seu suplente no Senado. 
 
Segundo a denúncia, o ex-chefe da Casa Civil era responsável por recolher dinheiro de construtoras e empreiteiras para repassar como propina a agentes políticos que integravam a organização criminosa chefiada por Cabral. 
 
Régis Fichtner foi citado no depoimento de Luiz Carlos Bezerra, um dos operadores financeiros do esquema criminoso. 
 
Bezerra disse aos procuradores da Lava Jato que deu dinheiro para o ex-chefe da Casa Civil. 
 
Nas anotações do operador, Fichtner era conhecido como "Alemão" ou "Gaúcho".
Régis Fichtner, ex-chefe da Casa Civil do governo Cabral, é um dos alvos da Lava Jato no Rio nesta quinta (23). (Foto: Reprodução/ TV Globo)
 
Régis Fichtner, ex-chefe da Casa Civil do governo Cabral, é um dos alvos da Lava Jato no Rio nesta quinta (23). (Foto: Reprodução/ TV Globo).
 
Georges Sadala é um dos empresários que aparece na foto da "Farra dos Guardanapos" e era sócio de empresas que administrava o serviço Rio Poupa Tempo. 
 
Ele também era representante de um banco que fazia empréstimos consignados para servidores públicos. 
 
Ele é conhecido por ser uma pessoa muito leal ao ex-governador Cabral e foi preso em casa em um prédio luxuoso da Avenida Vieira Souto, em Ipanema. 
 
No mesmo prédio onde vive Sadala mora o empresário o empresário Alexandre Accioly, dono de uma rede de academias. 
 
Ele foi intimado a depor na PF, mas ainda não foi informado o motivo. 
 
Em abril desse ano, o ex-presidente do DER preso nesta fase da Lava Jato foi testemunha de defesa de Cabral. 
 
Henrique Alberto Ribeiro disse, na época, que não tinha conhecimento do recebimento de vantagem econômica indevida em obras. 
 
O empresário Maciste Granha de Mello Filho é suspeito de realizar pagar propinas para a organização criminosa, totalizando R$ 552.678,60, para obter contratos de obras com o Estado do Rio de Janeiro, de acordo com as investigações.

Cavendish é levado para depor

O fundador da empreiteira Delta, Fernando Cavendish, foi levado pelos agentes da PF para prestar depoimento na operação. 
 
Ele estava em casa, em um prédio da Avenida Delfim Moreira, no Leblon, e saiu pouco depois das 6h em direção à PF. 
 
A defesa de Cavendish disse o cliente não vai comentar sobre a condução coercitiva.
Fernando Cavendish é conduzido para depor na Polícia Federal na Operação C'est Fini
Fernando Cavendish é conduzido para depor na Polícia Federal na Operação C'est Fini.
 
O empresário também aparece nas fotos da Farra dos Guardanapos e já é réu na Lava Jato. 
 
O empresário foi preso em julho de 2016 na Operação Saqueador e desde agosto do ano passado está em prisão domiciliar. 
 
A Delta era uma das principais construtoras do Rio e do Brasil durante a gestão de Cabral. 
 
Em agosto desse ano, Cavendish prestou depoimento ao juiz Marcelo Bretas e admitiu que pagou 5% de propina em dinheiro ao ex-governador para que a Delta participasse da reforma do Maracanã. 
 
A PF e o Ministério Público investigam a participação dele para que a Delta vencesse licitações para a reforma do Instituto Nacional de Traumatologia e Ortopedia (Into) e de obras no Rio Tietê, em São Paulo.
Agentes chegaram no prédio de Fernando Cavendish pouco antes das 6h. (Foto: Pedro Neville / GloboNews)
Agentes chegaram no prédio de Fernando Cavendish pouco antes das 6h. (Foto: Pedro Neville / GloboNews).

Farra dos Guardanapos

Quando foi deflagrada a operação Unfair Play, que investiga a compra de votos de membros do Comitê Olímpico Internacional para eleição do Rio, a procuradora Fabiana Schneider afirmou que a foto da Farra dos Guardanapos em Paris poderia ser uma "comemoração antecipada daqueles que mais lucraram com a Olimpíada no Brasil"
 
Muitos dos que aparecem na foto atualmente são alvos de investigação e alguns já estão presos. 
 
O ex-secretário de Saúde de Cabral Sérgio Côrtes foi preso na Operação Fratura Exposta suspeito de fraudes em licitações e corrupção. 
 
Wilson Carlos, ex-secretário de governo, também está preso e divide cela com Cabral no presídio de Benfica. 
 
Ele foi condenado a 45 anos de prisão por corrupção. 
 
Fernando Cavendish foi preso em 2016 na Operação Saqueador e desde agosto do ano passado está em prisão domiciliar. 
 
Georges Sadala foi preso nesta quinta na Operação C’est Fini.

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Fazendo parcerias no interior e na capital de Goiânia. 

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