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sexta-feira, julho 07, 2017

Advogada e repórter Luana Don chega à Penitenciária Feminina de Tupi Paulista (SP)

Após sair de uma delegacia em São Paulo, presa passou por exames médicos em Presidente Prudente e seguiu para o sistema prisional.


Luana Don passou pela Delegacia de Presidente Prudente para realizar exames médicos (Foto: Stephanie Fonseca/G1)
Luana Don passou pela Delegacia de Presidente Prudente para realizar exames médicos (Foto: Stephanie Fonseca/G1).
 
 
Já está na Penitenciária Feminina de Tupi Paulista (SP), no interior do estado, a jornalista, advogada e modelo Luana de Almeida Domingos, de 32 anos. 
 
Ela estava presa desde terça-feira (4) na cadeia de uma delegacia de São Paulo, de onde saiu por volta das 12h30 desta quinta-feira (6) com destino à Delegacia Seccional de Presidente Prudente, onde passou por exame médico para dar entrada ao sistema prisional. 
 
Luana chegou por volta das 17h20 em Presidente Prudente (SP), escoltada por policiais do Grupo de Operações Especiais (GOE) da Polícia Civil de Presidente Venceslau. 
 
Ao ser retirada algemada da viatura (veja vídeo abaixo), a presa escondeu o rosto e emitia um som parecido com choro, enquanto era conduzida para uma sala da Delegacia Seccional, onde realizou o exame de corpo de delito. 
 
A presa, que é chamada de "musa do crime" por policiais, foi entregue pelos agentes na Penitenciária Feminina de Tupi Paulista (SP) por volta das 19h40 desta quinta-feira (6).
Luana Don realizou exames médicos antes de seguir para a Penitenciária de Tupi Paulista
Luana Don realizou exames médicos antes de seguir para a Penitenciária de Tupi Paulista
A mulher, que usava o nome Luana Don quando foi repórter de TV, é acusada de advogar para a facção criminosa Primeiro Comando da Capital (PCC). 
 
A transferência da presa, que está sendo chamada de ‘musa do crime’ por policiais, foi divulgada nesta quarta-feira (5) no site do Tribunal de Justiça (TJ) do estado. 
 
A reportagem não conseguiu localizar nesta quinta-feira (6) os advogados da presa para comentar o assunto. 
 
Apesar disso, o G1 São Paulo apurou que sua defesa alegará que sua cliente é inocente porque não sabia que advogava para o PCC.
Luana Don foi presa em Ilha Bela, SP (Foto: Reprodução) 
 
Luana Don foi presa em Ilha Bela, SP (Foto: Reprodução)

Organização criminosa

A Justiça determinou que Luana responda presa preventivamente ao processo no qual é ré pelo crime de participar de organização criminosa e autorizou sua transferência para a unidade prisional do interior paulista. 
 
Ela ainda terá de ser interrogada para o juiz decidir se a submeterá a julgamento pelo crime. 
 
Luana é uma das 54 pessoas investigadas pelo MP sob a acusação de envolvimento com as atividades criminosas do PCC. 
 
Ele e mais 38 advogados foram identificados como integrantes da ‘sintonia dos gravatas, como a facção chamava o grupo que recebia dinheiro ilícito vindo do tráfico de drogas e assaltos para executar ordens da quadrilha. 
 
Segundo a acusação, atuando como ‘pombos-correio’, os advogados tinham a missão de levar informações para os membros presos do PCC e os integrantes da facção que estão nas ruas. 
 
Entre as tarefas estavam repassar orientações a respeito da venda de entorpecentes e até planos de ataques a agentes de segurança. 
 
Em novembro de 2016 o MP deflagrou a Operação Ethos para prender os investigados. 
 
Luana fugiu e passou a ser procurada, figurando na lista de mais procurados do site da Polícia Civil de São Paulo. 
 
Foragida há oito meses, ela foi presa na última terça numa ação conjunta entre policiais do Rio e paulistas. 
 
Estava escondida na casa de um parente em Ilhabela, litoral do estado. 
 
Antes de ser presa, Luana era famosa por ser repórter do programa Superpop (de 2012 a 2015), da RedeTV!, apresentado por Luciana Gimenez.
Luana era procurada por atuar como  
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
Luana era procurada por atuar como "pombo correio" de facção (Foto: Divulgação/Polícia Civil).
 
Entre outros investigados na Operação Ethos estão Marcos Willians Herbas Camacho, o Marcola, líder do PCC, e Luiz Carlos dos Santos, então vice-presidente do Conselho Estadual de Defesa dos Direitos da Pessoa Humana. 
 
Atualmente, 10 pessoas foram condenadas e 44 se tornaram réus em processos por corrupção ativa e organização criminosa. 
 
A pena para quem participa de uma facção pode chegar a até oito anos de prisão em regime fechado. 
 
Entre as provas do envolvimento dos advogados estão 500 mil e-mails interceptados com autorização judicial. 
 
A polícia ainda procura um acusado que está foragido.
Luana Don passou pela Delegacia de Presidente Prudente para realizar exames médicos (Foto: Stephanie Fonseca/G1)
Luana Don passou pela Delegacia de Presidente Prudente para realizar exames médicos (Foto: Stephanie Fonseca/G1) 
 
Os diversos disfarces de uma bandida. Fotos do Google.





 

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